5 erros em vendas para evitar em 2018

vendas

Vendas é uma área de estudo constante que vive hoje um grande desafio: lidar com o maior conhecimento e exigência dos consumidores.

E se você acha que alguns erros que você já comete são como uma missão impossível, calma!

Existem diferentes perfis de públicos que consomem produtos e serviços.

Mas com a “Era da Informação” que ingressamos e vivemos hoje já há algum tempo, é fato que independente de que grupo o consumidor pertença, ele estará mais cauteloso…

…informado e especialista em pesquisas.

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Consumidor sábio e exigente

De acordo com pesquisa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, o Idec em parceria com a Market Analysis, no ano de 2012 em comparação ao de 2011, mais consumidores têm conhecido o código do consumidor.

A pesquisa realizou 414 entrevistas com consumidores cuja faixa etária era de 18 a 69 anos.

E que residem em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador entre outras.

Os resultados significam que cada vez mais eles estão integrados sobre seus direitos.

Isso é ótimo.

Com informação todos saem ganhando.

Mas os vendedores precisam cada vez mais tomar conhecimento disso e melhorar suas técnicas de vendas para vender mais e para que mais consumidores fiquem satisfeitos.

Dessa pesquisa, a cada 20 entrevistados do levantamento do Idec com o Market Analysis, 19 deles afirmaram saber que existe um código que protege seus direitos como consumidor.

E que esse está a serviço de todos os tipos de relações com as empresas.

Sobre ter conhecimento do código, 55% dos entrevistados disseram conhecer ao menos razoavelmente as disposições do manual.

Consumidor nas redes sociais

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Além do maior conhecimento sobre o código do consumidor, algo importantíssimo para o cenário de vendas, outro comportamento que tem contribuído com a exigência do consumidor é o acesso às mídias digitais.

Incluindo redes como Facebook e Twitter em que pessoas podem livremente expressar sua insatisfação.

Além disso serviços e produtos, marcas e empresas têm recebido nas fanpages avaliações dos próprios consumidores.

Isso influencia diretamente no consumo, pois a nota de avaliação atribuída alcança milhares de usuários rapidamente.

Sem contar no compartilhamento de conversas diretas entre empresas e clientes e nas respostas públicas que podem dar e que estão sujeitas abertamente às aprovações e às desaprovações de cliente.

Pesquisa da consultoria Deloitte, mostrou que os clientes não querem apenas interagir com as redes sociais, mas também passar por experiências semelhantes nos pontos de vendas.

Segundo a pesquisa empresas estão investindo até mesmo na reformulação do visual das lojas, incluindo atividades que possam entreter ainda mais os consumidores.
Cliente está cansado de mimi e enrolação, ele quer inovação.

Como negociar bem em 2018

Por isso, vendedor, há maneiras de melhorar sua negociação em 2018.

Evite erros que têm sido comuns diante desse cenário online de maior interação entre vendedores e consumidores.

Veja 5 erros que precisam ser evitados para que suas vendas decolem ainda mais durante o ano todo:

1- Não seja inconveniente

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Não confunda persuasão com encheção de saco. Ficar ligando toda hora, ou mandar sucessivas mensagens por e-mail não é o caminho.

Vendedor precisa ser visto como a solução e não com inconveniência.

Uma dica é ficar atento aos horários de respostas dos seus clientes, se as mensagens forem online, por exemplo.

Tudo isso para ir ao encontro da disponibilidade dele e não se tornar contato bloqueado na lista do seu cliente.

2- Não esqueça o pós venda

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Vendeu bem para aquele cliente?

Não se esqueça dele.

Entre em contato tempos depois, ligue após algum tempo relembrando aquela venda e aquela satisfação que o cliente teve em adquirir o último serviço ou produto com você.

3- Não de desconto por nada

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Dar Desconto não é a única forma de fechar uma venda. Você precisa argumentar sobre outros atributos do seu produto.

Falar sobre o diferencial.

Não caia no erro novamente em recorrer ao desconto assim que o cliente pede.

Negocie falando o quanto seu produto é valorizado no mercado.

E se ele ainda não for, demonstre por meio de alguma amostra do produto o quanto o cliente pode confiar.

Inclusive, se trabalhar com produtos deixe o cliente tatear, ter contato.

Se for um serviço, reúna depoimentos de compradores que gostaram do fechamento dessa venda.

4- Não deixe de lado a confiança

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Não seja um mero tirador de pedidos.

Conquiste a confiança do cliente.

Seja amigo, ouça seus anseios, faça perguntas para entender o que ele quer.

Dê sugestões confiantes e seguras. Por exemplo: nunca se esqueça de REALMENTE prestar a atenção no cliente e pergunte sempre que possível.

Quando mais você souber o que o cliente quer melhor para você, para a empresa e para o cliente.

As pessoas compram pelos motivos delas e não pelos seus. Descubra o problema que o cliente quer resolver

5- Evite abordar o cliente com o “posso ajudar?”

Não faça isso, inclusive, não use a todo momento perguntas que não apenas rendam sim ou não.

Tente explorar algo como

  • “você já conhece nossos produtos?”
  • você viu nosso última promoção?
  • “Sabe quantas pessoas procuraram por esse produto que você procura?”

Apresente curiosidades sobre os seus serviços.

Envolva o cliente por algo que fuja dos estereótipos de:

  • “bom dia”,
  • “posso te ajudar”.

Isso só vai render o famoso “estou dando só uma olhadinha”.

Tente ainda entender a necessidade com perguntas como:

  • “você pretende economizar tempo?”
  • “você tem alguma preferência por estilo, cor, forma?”.

Outra técnica é usar o “nós” como estratégia de aproximação.

  • “Vamos achar o que você procura”,
  • “pode deixar que nós temos modelos assim”.
  • “Vamos resolver isso para você já”

Isso passa credibilidade e deixa o cliente mais envolvido e seguro. Além dele notar que você, vendedor, está realmente interessado nele e na demanda dele.

Chega de errar, né?

Sucesso e um próspero 2018 em vendas

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8 dicas de gestão para aumentar as vendas de fim de ano

gestão

O foco na gestão de vendas é fundamental.

E aumentar as vendas de fim de ano em períodos próximos ao Natal e Ano Novo é sempre uma meta para muitos gestores e vendedores.

Afinal, enquanto muitas pessoas querem desacelerar e por em prática o plano de consumir um pouquinho mais, vendedores e os responsáveis pela gestão de vendas estão a postos para fechar o ano com chave de ouro.

E o mercado tem previsões otimistas que podem contribuir com isso.

Mercado otimista para uma boa gestão de vendas

Segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), espera-se que o período de festas em dezembro apresente crescimento de 4,3% nas vendas.

Aproximadamente, uma movimentação em reais  de R$34,7 bilhões.

Há dados da CNC que mostram ainda que este fim do ano de 2017, será o melhor dos últimos 4 anos no Brasil, devido à combinação de alguns fatores como:

  • inflação deu uma trégua
  • juros caíram um pouco
  • preços estão mais atrativos para compra à vista
  • oportunidade de parcelamento

Vendedor que quer vender neste fim de ano, portanto, não inventa desculpa. 

E para te ajudar a se beneficiar desse cenário e colocar em prática as técnicas que podem melhorar o seu faturamento, a seguir estão 8 DICAS DE GESTÃO PARA AUMENTAR SUAS VENDAS DE FIM DE ANO.

Tudo muito prático e com formas totalmente possíveis de serem realizadas. É possível fazer uma boa gestão nessa época.

Confira:

1. Divida a meta por dia

Aquele velho ditado que devagar se vai longe até poderia ser aplicado aqui na gestão das suas vendas. 

Mas a intenção de dividir a meta na gestão de um negócio em cada dia é acelerar, na verdade, os seus ganhos.

Dividindo a meta você demonstra estar preparado para gerir um negócio e para lidar com o fluxo de vendas.

Além de lidar com os diferentes perfis de clientes que chegam até você com ânimos diferentes.

Refiro-me aos ânimos, pois isso influencia muito no seu fechamento.

Já que  emplacar uma boa venda depende também do quanto o seu cliente está interessado e do quanto você pode o fazer se interessar.

Já escrevi aqui no blog até mesmo sobre inteligência emocional (veja aqui).

Dividir a meta demonstra habilidade de Foco.

E FOCO conduz para resultados esperados.

Ah, você deve estar se perguntando o que seriam essas metas, não é?

Elas podem ser:

  • o número de clientes
  • o número de vendas
  • de pedidos
  • de entregas
  • meta de ganho mínimo mensal.  

Esses são alguns exemplos de que tipo de meta estamos falando.

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2. Quem não tiver dentro da meta, divida um plano de ação para o próximo dia

Nem todo mundo da sua equipe vai conseguir concluir a meta diária com êxito.

Mas ela vai continuar ali, existindo e tendo sua importância no resultado final.

Ela não vai sumir em um passe de mágica, lembre-se disso.

Por isso, se você for gestor aponte o “como fazer” aos vendedores.

E se for vendedor questione superiores e colegas, além de investir em pesquisas para entender melhor o pensamento e a lógica estratégica.

Não basta apontar o caminho sem dar algumas coordenadas para aqueles que estão sendo mais morosos.

O plano de ação com as iniciativas principais pode ser levado em conta.

Além de ser uma ótima ferramenta para lembrar do foco daquele seu dia. E não dispersar com o que não trará bons resultados.

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3. Faça reuniões diárias e repasse a meta

Nesse período, entre os focos dos focos está o de vender mais.

Por mais que o fluxo de procura pelos produtos ou serviços aumente a cada dia e que as estimativas de mercado sejam otimistas o suficiente para te fazer acreditar que você vai vender ou que sua equipe vai vender mais te dou uma dica: converse.

Trate esse período como um mês especial.

 Mês de diálogo, de estreitar ainda mais os laços com sua equipe para que as reuniões consigam transmitir o espírito de união da época.

Não adianta se empolgar com um contexto mas pouco explicar o que é para ser feito e principalmente: onde se deseja chegar.

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4. Cobre os vendedores com indicadores

União também abre espaço para cobranças.

É preciso realmente analisar e mostrar para a equipe qual a importância de bater aquela meta.

Por isso, recorra a indicadores na empresa.

Eles podem ser números que impactam o faturamento, índices de outras empresas ou até mesmo as estatísticas de mercado sobre essa época do ano.

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5. Faça campanhas para premiar os “fora da curva”

Motivação de equipe é essencial.

Por isso, principalmente aos gestores e gestoras de vendas fica a dica de bonificar aqueles vendedores que realmente se antecipam, batem metas muito antes e continuam arrebentando.

Premiar a eles nessas épocas é uma forma de estimular as outras pessoas a baterem metas também.

E a verificarem que é possível receber um prêmio pelo seu esforço e dedicação nas vendas.

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6. Comemore se os números estiverem dentro da meta

Não adianta tentar gerir seu negócio aos 45 do segundo tempo apenas com críticas e apontamentos de melhorias.

É preciso comemorar, inclusive, quando os números alcançam o esperado.

Verbalizar isso par a equipe e para os vendedores é muito importante. Fale, não esconda nada e comemore quando possível.

7. Se possível , faça campanhas diárias

Promova as campanhas de vendas entre seus vendedores.

Engaje a equipe nesse sentido:

  • “Quem vender mais das 14 as 17 ganha 50 reais.
  • “Quem vender mais produtos X hoje ganha um vale compra”
  • “Quem mais vender no dia ganha um jantar com acompanhante”

Lembre sempre de colocar um mínimo a ser batido.

Recorra a campanhas pontuais, mediante a condição de acrescentar um valor X  na comissão.

Crie bônus diários para quem for ágil e bater metas na proporção: mais vendas em menos tempo.

Estabeleça essa relação, pois nessas épocas de fluxo de vendas maior, economizar tempo, enquanto as vendas continuam aumentando é essencial para alcançar ainda mais seu público.

Se ainda não se fez essa pergunta , faça:

Qual o diferencial dos seus vendedores em épocas de alto fluxo de vendas?

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8.Deixe os números expostos para todos controlarem

Expor os números da meta significa tornar pública na sua empresa uma estratégia de “vestir a camisa”.

Isso significa que a exposição das metas e do que você almeja que sua gestão alcance deve ser algo possível de todos acessarem para que não se esqueçam onde querem chegar nessa época.

Manter os dados atualizados, as metas definidas e a equipe sempre informada  é fundamental para alcançar números incríveis nesse fim de ano.

Que a sua gestão seja cada vez mais apta a render lucros e engajar pessoas com seus produtos e serviços.

Não se esqueça…

…das as estratégias de marketing de vendas de acordo com os canais que mais envolvem seus clientes: seja o site, a fanpage, uma landing page ou o instagram.

O importante nessa época, é fazer com que seus produtos e serviços estejam sempre ali disponíveis  para aqueles que resolvem consumir um pouco mais nessa época.

Que estejam sendo oferecidos por meio de campanhas atrativas e envolventes.

Promova a identificação do que vende com seu público por meio de ferramentas como:

  • as promoções
  • a unicidade do produto ou até mesmo
  • a exclusividade típica da sua empresa como carro chefe desse tipo de campanha.

Se a concorrência for acirrada, explore campanhas que consigam flexibilizar os seus preços  ou mostrar o seu diferencial nessa época.

Sucesso e ótimas vendas

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Inteligência emocional pode influenciar suas vendas

Como será que anda sua inteligência emocional na hora de abordar um cliente ou fechar uma venda? Já se fez essa pergunta, vendedor?

Você pode até achar irrelevante ou acreditar que não há influência direta entre a capacidade de identificar os seus próprios sentimentos e os dos outros no seu trabalho.

Mas há estudos que comprovam que pessoas com inteligência emocional são pessoas bem sucedidas e mais preparadas.

De onde vem a inteligência emocional?

inteligência emocional

O termo inteligência emocional se popularizou por meio do psicólogo e PHD da Universidade de Harvard, Daniel Goleman.

A partir de estudos reunidos no livro “Inteligência Emocional”, publicado em 1986, Goleman acreditou que não há genética que explique o porquê de algumas pessoas serem bem sucedidas e outras não.

Para ele, muitas das características e conexões da mente humana podem ser trabalhadas.

Afinal, ninguém nasce predisposto completamente a ter uma perfeita inteligência emocional.

O interessante é que nesse aspecto, inteligência emocional e vendas passam a ter grande relação.

Pois, assim como a área de Goleman, vendas também não é algo presente necessariamente na genética de um bom vendedor.

Vendas é uma área que se domina com muito estudo e aperfeiçoamento.

O que é inteligência emocional?

inteligência emocional

A definição de Goleman aponta que inteligência emocional é a capacidade de identificar os nossos sentimentos e também os dos outros.

E isso faz com que consigamos gerenciar as emoções no nosso interior.

As emoções estão relacionadas diretamente a construção das relações humanas.

Isso significa que quanto melhores forem essas relações, melhor será o controle das emoções e concretização de objetivos e planos.

Segundo um artigo publicado pela Forbes  pesquisas feitas pelo Carnegie Institute of Technology mostram que 15% do que fazemos e concluímos está associado a um desenvolvimento técnico.

No entanto, os outros 85% se relacionam às nossas habilidades e atitudes e levam a um bom sucesso financeiro.

O que mostra que quanto melhores forem as nossas atitudes e habilidades de lidar com diferentes situações, incluindo capacidade de adaptação e compreensão particular de cada momento, maior será o número de conquistas.

As 5 habilidades da inteligência emocional

De acordo com Daniel Goleman, há cinco habilidades da Inteligência Emocional

  • Autoconhecimento emocional  que consiste em reconhecer as nossas próprias emoções e sentimentos quando ocorrem. Conhecer o próprio eu.
  • Controle emocional  que em síntese é lidar com os próprios sentimentos, adaptando-os para cada situação vivida;
  • Automotivação –  que é canalizar as emoções em função de um serviço ou de uma meta pessoal
  • Reconhecimento de emoções em outras pessoas – que é uma forma de reconhecer emoções no outro e despertar empatia pelos sentimentos dos outros
  • Habilidade em relacionamentos interpessoais – que é basicamente a interação com outros indivíduos  usando as competências sociais.

Como aplicar inteligência emocional em vendas

Com inteligência emocional você compreende melhor os seus sentimentos  e os sentimentos dos seus clientes.

Isso fará com que você tenha mais êxito no momento de apresentação da venda e na persuasão da proposta.

Confira alguns passos que podem ser aplicados em vendas.

  1.  Invista em uma boa conversa inicial. Seja agradável, tente entender o que o cliente procura de forma leve, sem impor de primeira condições apenas do seu interesse.
  2.  Empatia é fundamental para verificar se o que o cliente procura é de fato melhor para ele.
  3. Tenha o plano A, o B e até mesmo o C. Entenda quais são as atitudes e emoções do cliente no momento da venda.
  4. Vá ajustando o melhor discurso às necessidades dele para não assustá-lo e nem para causar repulsa sobre o que você está vendendo.
  5. Preste atenção no que ele fala, não o atropele.
  6. Seja bom. Se enxergue e enxergue sua proposta como uma solução para a clientela e não apenas como uma ferramenta de uso e desuso.
  7. Conheça suas dificuldades e limitações e tente melhorá-las, sempre.

Lembrando que cada caso é particular e que cabe a você identificar pontos que podem ser melhorados na sua performance a partir de habilidades que considerar passíveis de melhorias.

Sucesso e ótimas vendas

 

 

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Vendas diretas: a volta por cima nas oscilações do setor

vendas diretas

As vendas diretas estavam entre as promessas de crescimento para 2017.

Mas o ano anterior, 2016, deixou um palco tão instável e cheio de rangidos para a chegada de 2017 que o setor passou por alguns altos e baixos.

No entanto, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas, a ABEVD o setor de vendas diretas é muito importante para a complementação de renda dos brasileiros.

E ele mantem a saúde financeira de muitas famílias.

Para quem ainda tem dúvidas, vendas diretas são estabelecidas pelo contato entre vendedor e cliente não necessariamente em um ambiente comercial fixo.

O setor ficou conhecido ainda como as vendas de porta em porta.

O legado de 2016 para as vendas diretas

Ao abrir as cortinas para o novo ciclo que começava lá em janeiro, não deu outra:

  • poeira para todo lado
  • e vistas embaçadas ao observar uma economia que acumulava quase 12 milhões de brasileiros desempregados, segundo dados do IBGE.

Mas mesmo assim, o setor de vendas diretas estava sendo apontado por algumas consultorias financeiras como um setor de expansão.

E seria ele o responsável por estimular mais e mais negócios e empregar mais e mais pessoas.

De fato, o setor de vendas diretas gera um número alto de empregos.

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas, a (ABEVD) levantou que esse mercado reúne mais de 4 milhões de pessoas e tem capacidade de empregar 8 mil empregos diretos.

Mas estimativas em setembro desse ano, mostraram que as previsões de um belo espetáculo pelo setor de vendas diretas não foi apresentado.

Performance de vendas diretas

A performance do setor trouxe preocupação.

De acordo ainda com a ABEVD no primeiro semestre de 2017, o segmento de vendas diretas movimentou R$20,9 bilhões no período.

Algo que representou um volume de negócios 2,73% menor que o registrado nos primeiros seis meses do ano 2016.

Há um ano atrás nossos números batiam R$ 21,5 bilhões no mesmo período.

Isso significa que tivemos uma retração.

E que o discurso “estamos indo bem” mais uma vez prevalece sobre a realidade que se configura no ramo das vendas.

Mas ele não é de todo verdadeiro.

O que quero dizer, amigo vendedor, é que alguns discursos acabam por camuflar a performance das vendas e isso não é bom para o vendedor que está no mercado e, sobretudo, para aqueles que estão em busca de oportunidade neste segmento.

Continuemos com mais algumas estimativas:

A ABVED ainda divulgou que a retração também se associa ao número de revendedores.

Houve uma redução de 1,8% no total de revendedores do setor de vendas diretas em 2017.

Algo que justificativa ainda mais a importância do vendedor que começa ou não no mundo das vendas se informar cada vez mais sobre estatísticas do setor.

  • Por que será que houve essa retração?
  • Muitos desistiram diante das dificuldades?
  • Se surpreenderam com o mercado?
  • Tiveram uma ideia melhor?
  • Encontraram chances mais efetivas?

Não sabemos, mas essa busca por informação deve ser constante.

Mas não houve melhorias nas vendas diretas?

Houve. Mas a situação ao longo desse ano ainda continua com certa cautela.

A boa notícia é que o setor de vendas diretas é adaptável com facilidade e há baixo risco.

Entre alguns produtos que fazem parte desse setor, estão os produtos cosméticos de marcas como Avon, Natura e Mary Kay.

E os lucros podem chegar ainda a 100% para quem trabalha com revenda.

Por isso, pesquise, se informe, procure atualização.

Fique de olho vendedor, busque por informações e não se iluda por discursos de crescimento muito óbvios.

Eles geralmente não permeiam órgãos oficiais e instituições reconhecidas no mundo das vendas diretas.

Mas a sua intenção deve ser sempre: crescer e melhorar.

Ótimas vendas e sucesso

 

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Black Friday: vender durante uma sexta é fácil mas e depois?

Black Friday

A Black Friday está quase aí.

Um dia único de promoções incríveis, muitas delas inéditas, e que fazem os consumidores saírem à caça de seus produtos a preços mínimos.

No ano de 2016, segundo o Ebit, empresa que monitora e mensura dados sobre o e-commerce brasileiro, foram R$1,9 bilhão de vendas no varejo online.

Isso correspondeu a uma alta de 17% das vendas online em relação a BF de 2015.

Foram ainda 2,23 milhões de pedidos dentro de 24 horas, embora o Ebit esperasse uma arrecadação maior com as vendas.

Mas mesmo assim, percebe-se que com a alta procura, talvez não seja difícil aumentar as vendas em um dia especial para o mundo do comércio assim.

De onde vem a Black Friday

A Black Friday vem de uma tradição norte americana. A data foi estabelecida no dia seguinte ao feriado de Ação de Graças nos EUA.

O termo Black Friday, segundo as versões mais conhecidas sobre seu surgimento teria vindo de policiais norte americanos.

Ao observarem o fluxo intenso de carros voltando do feriado de Ações de Graças, nomearam a sexta feira como “sexta feira negra”.

Pois os congestionamentos aumentavam e, eles, portanto, trabalhavam mais.

Contudo, o vai e vem de carros favoreciam os lojistas que, vendo mais pessoas nas ruas, queriam vender muito mais.

Coincidentemente, a última sexta feira de novembro também abre as portas para as compras típicas de uma das datas de alto consumo no ano: o natal.

Por isso, as proporções da Black Friday caíram no gosto de outros países do mundo, inclusive o Brasil.

Black Friday

Vendas com a Black Friday

Segundo levantamento do Google, em 2017, são esperados R$ 2,2 bilhões em vendas pela internet.

O índice de intenção de compra na Black Friday permanece estável em relação a 2016.

Eletrônicos e eletrodomésticos ainda são os favoritos para as compras.

Apesar da maioria dos entrevistados preferirem o meio online para compra, 34% das pessoas entrevistadas pelo Google querem se dirigir às lojas físicas.

34% das pessoas entrevistadas pelo Google querem se dirigir às lojas físicas.

A seguir veja outros índices divulgados pela pesquisa.

Black Friday

 

Assim se configurou a Black Friday, como a última sexta feira do mês de novembro em que vendedores do mundo inteiro se preparam para vender de forma surpreendente, de uma maneira a ser destaque no ano.

Enquanto isso, consumidores apertam o passo em direção às suas lojas favoritas para adquirem produtos com super ofertas.

Mas vender na Black Friday basta?

E depois da Black Friday?

Apesar dos índices indicarem que um dia único pode trazer bons resultados para vendedores e empresas a Black Friday tem que ser vista como oportunidade.

E as vendas dessa única sexta-feira tem que ser vista como forma de criar compromisso com os clientes.

Quanto mais o vendedor se compromete com o cliente, melhor as suas vendas futuras também.

Custumo usar uma técnica que chama “Se eu, você”. 

Essa uma frase que estabelece um compromisso com o cliente, para que ele feche a venda com você.

E, acima de tudo, pense que outros negócios podem ser feitos a partir dali.

A Black Friday traz inúmeras promoções e muitas vão ao encontro do que os clientes buscam.

Mas é importante, você vendedor, estar atento como pode estreitar ainda mais os laços com seus clientes em uma data assim.

Exemplo de “Se eu Você” na Black Friday e sempre

black friday

Trata-se de fazer de um dia em que o mundo das vendas está a todo vapor a sua porta de entrada para outras tantas vendas que sucedem essa época.

O parcelamento é um exemplo de “Se eu você”.

Às vezes, o cliente quer o produto parcelado em mais vezes, por que não, usar o Se eu você nessa busca

– Não parcela em 4x?

Se eu parcelar em 4 vezes, você fecha comigo?

Afinal, vendedor bom, bate meta na Black Friday, mas gosta mesmo é de fazer vendas extraordinárias o ano inteiro.

Ótimas vendas e boa Black Friday para vocês!

 

 

 

 

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Inbound Marketing em vendas, funciona mesmo no seu negócio?

inbound marketing
  • O Inbound Marketing tem conquistado cada vez mais espaço no departamento de vendas das empresas.

Para quem ainda não conhece a definição desse método que ficou conhecido como marketing de atração que compreende as formas de ganhar a atenção de clientes alinhando marketing e vendas.

Tudo isso para que o próprio público vá atrás das informações, serviços ou produtos a partir de estímulos de marketing.

Esqueça aquelas estratégias insistentes que chegam a ser chamadas de “chatas” e “evasivas” para os clientes.

Com o Inbound Marketing o objetivo é criar conteúdo de qualidade pensando em um determinado grupo de pessoas.

Pessoas que possam, além de consumir essas informações, compartilhá-las e disseminá-las pelas mídias digitais.

Você consegue aumentar o reconhecimento da sua empresa, influenciar na escolha pela sua marca no futuro e engajar o público com o que vende.

Além disso, algo muito importante é a geração de leads economizando tempo e dinheiro para o Inbound Marketing. 

Quer ver só?

 

Números comprovam importância do Inbound Marketing

Essa forma que auxilia nas vendas de uma empresa tem representado um meio confiável na captação de leads qualificados.

Segundo relatório do HubSpot divulgado em 2016 sobre o Inbound Marketing na região da América Latina, a área de vendas teve um bom desempenho e performance naquelas empresas que aplicavam o inbound.

Foram entrevistadas 1800 pessoas e 75% delas afirmaram que o Inbound Marketing era a principal estratégia de vendas.

Além disso, o relatório State of Inbound 2017 apresentou que 66% dos profissionais de marketing afirmam que seu principal desafio é gerar tráfego e leads. 

Ao mesmo tempo, 60% dos profissionais acreditam que a estratégia de Inbound Marketing é eficaz, de acordo com dados do relatório.

No relatório, há também um indicativo que estamos vivendo na “Era do consumidor” e que, por isso, a prospecção estaria ficando mais difícil.

O relatório aponta que os vendedores devem observar o que os seus clientes compram, além de verificar o comportamento deles em relação aos meios que usam:

  • onde os clientes estariam buscando os produtos?

  • que mídias digitais estão usando mais para pesquisas?

  • os dispositivos móveis têm sido usados com que frequência?

Pilares do Inbound Marketing

Afinal, como essa estratégia funciona na prática?

Ela é sustentada por alguns pilares que precisam ser postos em ação – de preferência em conjunto – para que seu objetivo principal seja atingido.

O Inbound Marketing pretende atrair tráfego, converter visitantes em leads, depois fidelizar essas pessoas.

Além de atrair a atenção delas para conteúdos que as façam comprar e compartilhar o que veem e adquirem.

O corpo do inbound marketing é definido por;

Atração

Esse é o momento de encontrar as pessoas certas para o seu negócio, chamadas também de buyer personas no  Inbound Marketing.

Para atraí-las, é preciso criar um conteúdo que dialogue com os objetivos delas.

E, geralmente, esse conteúdo se hospeda primeiramente em um blog.

Em seguida, passa pelas mídias digitais, onde o conteúdo será compartilhado e atingirá mais e mais pessoas.

Há também o mecanismo SEO.

Tratas-se de uma otimização para motores de busca estruturada no conteúdo produzido para que as pessoas encontrem seu produto ou serviço com mais rapidez.

É recomendado que o conteúdo do Inbound Marketing se estabeleça em uma plataforma onde possa ser consultado sempre, como um site oficial.

Conversão

Nessa fase é preciso utilizar iscas para prender a atenção das possíveis buyers personas.

Isso é feito por meio de call to action, lading pages, formulários com dados e contatos.

Esses últimos são, em síntese, uma lista que armazena os dados cedidos pelos visitantes do seu conteúdo.

Fechamento

É nessa etapa que os visitantes se tornam clientes ao receber propostas de compra do que você promove.

Aqui são utilizados e-mail marketing e automações que estejam presentes na vida e cotidiano dos seus clientes.

Fidelização no Inbound Marketing 

Utilizando de meios que estreitam os elos entre cliente e marca, nessa etapa é dada uma atenção ainda mais especial para o cliente.

Aqui se prova que ele é essencial para o bom desempenho da marca. 

Através da personalização reforça também a relevância dele continuar envolvido e engajado com o propósito

  • da marca
  • empresa
  • e, claro, da sua venda, vendedor.

Se você ainda não aderiu a essa forma de vender e sua empresa tem representatividade relevante:

pense nisso!

Espero que o conteúdo aqui possa ser um pontapé inicial para o sucesso nos seus planos de vendas… e marketing.

Abraço e ótimas vendas

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Conteúdo, o maior aliado das vendas

conteúdo

Ter conteúdo. Não ter produtos. O que isso quer dizer?

Vamos entender, amigo vendedor.

Muito se fala sobre as estratégias de venda de produtos e sobre a performance que todo vendedor precisa ter para convencer o cliente sobre o que vende.

Mas vocês já pararam para pensar na influência do conteúdo nas vendas de uma empresa?

E neste caso, não se trata só do conteúdo do vendedor e de sua postura na abordagem, mas sim do conteúdo enquanto próprio produto.

Eu explico com uma reflexão breve.

Já parou para pensar que empresas gigantes atualmente não estão vendendo produtos?

Quer ver só:

Nada de produtos, tudo por conteúdo

  • 1. Você de uns tempos para cá, adora tirar fotos.

Adora abusar de filtros e de efeitos que deixam seus cliques mais bonitos. Você faz uso dos serviços da maior empresa fotográfica do mundo. E ela não vende uma câmera sequer. Refiro-me ao Instagram.

  • 2. Seu voo atrasou.

Seu desembarque foi ainda mais demorado e justo naquele dia é aniversário da sua sogra.

Você precisa ser ágil e resolve optar pelos serviços de uma das maiores empresas de taxi do mundo que – na verdade – não dispõe de um veículo ao menos. Estou falando da Uber.

  • 3. E quando chega aquelas férias da empresa?

Tão esperadas e planejadas e você resolve procurar um hotel legal para curtir aquela viagem aguardada por meses.

Você logo opta pelos serviços de uma das empresas que não é proprietárias de imoveis. To falando do Airbnb.

  • 4. E depois de tudo isso, sobra um tempinho para filme e séries.

E você não pensa duas vezes em escolher os serviços daquela companhia que não precisa de nenhum cabo ou antena própria para te manter mergulhado na programação que propõe: estou falando da Netflix.

O que mudou na produção de conteúdo?

Hoje a conexão entre produto e vendas foi alterada. Embora ela ainda exista, todas essas empresas tem vendido conteúdo.

Elas comercializam conceitos que se ajustam às necessidades dos consumidores, sem precisar produzir em larga escala, produtos físicos que estão relacionados ao seu universo.

E isso mostra o quanto a estratégia do conteúdo é fundamental para o sucesso em vendas, simplesmente por construir audiência, preferência e credibilidade de uma forma inovadora.

Pensar no conteúdo como produto pode fazer com que o seu negocio decole, desde que você entenda como essa mudança ocorreu nos seus compradores, afinal o mindset deles não é como anos atrás. É preciso ser analítico e verificar:

  • o comportamento do seu cliente em relação as formas de consumir conteúdo
  • a experiência que ele já teve ao consumir serviços assim
  • se será executada uma experiência de compra que ele possa confiar

É preciso sempre estudar seu público, vendedor e verificar se o que você oferece é adequado ao seu público ou não.

Deixe nos comentários suas experiências com relação ao conteúdo como produto.

Sucesso e ótimas vendas

 

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O “representante repositor” está com os dias contados. Vamos “VAREJAR.

thiago concer

Nada é permanente, exceto a mudança, já dizia Heráclito a mais de 2 500 anos. Sim 2500 anos e ainda temos dificuldades em entender essa frase.

Entender não, executar. Mudar dói, mudar exige se questionar, mudar faz com que você, muitas vezes, troque algo em que acredita, algo em que defendeu durante a sua vida toda, por algo novo.

Mudar é muitas vezes aceitar que estava errado, é aceitar que aquilo que fazia, defendia ou acreditava não funciona mais.

Por isso a resistência a mudança é definitivamente o maior obstáculo para as pessoas produzirem ainda mais.

Nos últimos 3 anos, ministro um media de 90 palestras e treinamentos por ano, sendo mais de 70% delas para equipes de representantes comerciais e vejo de forma generalizada que quase todos ainda não entenderam que o seu trabalho de visitar o cliente.

Bater um papo e ver o que está faltando já não atende mais aos desejos e necessidades dos seus clientes. Que aquele “relacionamento” tão importante precisa vir acompanhado de uma orientação, de um plano de negócio para definir as próximas compras.

Muitos representantes reclamam que as vezes precisar fazer uma segunda ou terceira venda sem que o cliente tenha recebido o pedido. Isso acontece porque ainda o foco está em repor o que foi vendido e tentar vender um pouco mais.

Esses clientes fazem dinheiro o ano todo com o que o representante vende para eles. Se não houver um Plano de Negócio com eles, eles não entenderão porque comprar de você de novo se nem receberam o primeiro pedido ainda.

Quase todos os vendedores não entenderam que se não houver um processo de “consultoria”, um trabalho de “especialista” no negócio do cliente, não haverá mais espaço para representates.

Isso é o que chamamos de “foco no foco do cliente”. É olhar para o consumidor final. Olhar para quem compra do cliente que você vende. A venda do representante não acaba no pagamento do pedido.

Isso é o mais fácil. Vender é fácil. Difícil é revender.

Mas o representante pode dizer: “mas isso eu não tenho controle, é responsabilidade dele”.

Meu amigo, preste atenção. Geralmente o seu cliente não sabe nem da metade do que acontece na empresa dele. Ele nem sabe o que ele tem no estoque.

Se você perguntar pra ele sobre o curva ABC do estoque dele, ele nem tem ideia do que você está falando. Se você perguntar sobre a taxa de conversão dos vendedores deles, ele não sabe o que é!

E se sabe o que é taxa de conversão, não sabe qual é esse número. Muitos clientes do comercio não sabem por exemplo que a taxa media de conversão nesse segmento no Brasil é de 17%.

Quer dizer que de cada 10 pessoas que entram na loja, menos que 2 compram!!!

Temos inúmeros exemplos da falta de informação por parte dos clientes. Um exemplo recente é de uma empresa que vende bolsas e calçados. A empresa tem um controle de estoque junto aos clientes.

Essa empresa enviou um pedido de 3 bolsas, no valor de 2600 reais cada bolsa. O pedido chegou no dia 1 do mês e no dia 3 já havia sendo vendida.

No outro mês, o representante voltou e ofereceu as bolsas novamente e o cliente disse: “Não.. não vou investir esse valor. Esse tipo de bolsa não vende…”. Vendeu 3 bolas de R$ 2.600 cada em 3 dias.

Os clientes, muitas vezes, não sabem o que acontece na própria empresa! #FATO

Quer algo mais alarmante, mas ao mesmo tempo muito bom para representantes que estão dispostos a serem consultores? Os clientes sabem menos ainda sobre o MERCADO deles.

Eles não leem, assim como a maioria dos brasileiros. Levar informação para seus clientes, é ser reconhecido como um ESPECIALISTA. E as pessoas querem fazer negócio com especialistas.

Entre no site da associação do seu mercado, procure informações sobre créditos de mercado, sobre tendências para o ano, informações que ajudem os funcionários de seus clientes, informações sobre montagem de vitrine, informação sobre gestão de estoque, sobre como os consumidores do seus segmento estão dispostos a pagar mais pro produtos de qualidade, de como usar a internet para vender mais, enfim, leve informações relevantes, que ajudem ele a vender mais e que ajude ele de alguma maneira.

Estamos na era colaborativa. De ajudar o cliente a vender também. Você já ouviu falar em “Customer success”? Se não ouviu falar vá no site www.vendamais.com.br e vá na area “PESQUISAR” e digite CUSTOMER SUCCESS.

No final do ano passado, eu estive encerrando a convenção da empresa Altenburg e conheci o senhor Ery Grando, 81 anos, 58 anos de vendas e a mais de 38 anos na empresa Altenburg e considerado um dos melhores representantes da empresa. Sabendo disso, fui perguntar o que ele fazia para ficar tanto tempo em Alta Performance.

Ainda que eu defenda muito o uso de ferramentas de tecnologia para ajudar ao representante e o cliente, o sr. Grando é um pouco avesso a isso. Não tem whatsapp e muito menos outras ferramentas digitais.

Mas por isso mesmo que citei ele. Simplesmente porque o foco dele é:

ENTENDER COMO PODE AJUDAR O SEU CLIENTE.

Quando vai visitar um cliente, passa horas a olhando as gôndolas, vendo as ilhas de exposição, preço dos seus produtos e da concorrência, conversa com os vendedores para só depois ir falar com quem compra.

Lá ele descobre se tem produto “escondido”, produto que saiu da coleção e continua com preço alto, como está a saída dos produtos dos concorrentes, como estão as vendas, olha quantas pessoas entram na loja e saem sem comprar nada, tudo isso para depois orientar o seu cliente.

Ele me disse, que muitas vezes os clientes não essas informações e que isso ajuda ele a ter mais ferramentas para orientar um boa compra. Ele disse “temos que VAREJAR com o nosso clientes.

Pensar mais nas dificuldades e no dia-a-dia do nosso cliente. Ter mais foco no negócio dele. O sucesso dele é o nosso sucesso.” Quem diria, o senhor Grando (avesso a tecnologia) sendo pioneiro no customer success.

Ele ainda completou: “Se for só pra repor, esse negócio de internet faz”.

Não poderia ter outro nome o GRANDE senhor Grando!

Como diria Mario Sergio Cortella “Afaste-se de gente velha… aproxime-se de gente idosa”.

Sucesso e boas vendas.
Orgulho de ser vendedor, a profissão que move o mundo e as empresas.

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É hora de demitir, e agora?

Ixiii, deu ruim hein? Chegou a hora de demitir, e agora?

Pois é… a vida não é feita somente de contratações, momentos felizes. Como diria minha avó Elvira, não é todo dia que tem pão quente!

Contratar é uma delícia, ver o sorriso da pessoa aceita, acreditar que encontrou a pessoa certa para alavancar suas vendas…

Mas, tão importante quanto saber contratar é saber dispensar quem não está comprometido e/ou quem não se encaixou no perfil da empresa ou, até mesmo, quando é necessário enxugar o quadro de funcionários.

Isso é algo comum e inevitável nas empresas, mas não é uma tarefa fácil! Do outro lado está uma pessoa com sonhos, necessidades, compromissos, enfim, uma pessoa igual a você e a todos os outros vendedores.

Diversos são os motivos que podem levar ao desligamento de algum vendedor, motivos esses que devem ser rigorosamente avaliados pelo gestor de vendas.

Para desligar alguém, você deve ter a CERTEZA de que tomou todas as providências e atitudes que cabem a um gestor. É muito “fácil” demitir alguém e dizer “ele não presta” ou “não encontro um vendedor bom!”.

A falta de uma AUTO AVALIAÇÃO criteriosa por parte do gestor pode trazer sérios problemas a empresa. Na verdade, não deve existir a frase “eu demiti um vendedor”, mas sim “o vendedor vinha se demitindo mês após mês.

Na verdade a maior parte dos erros cometidos na demissão de vendedores ocorrem por critérios subjetivos dos gestores.

Falta de indicadores, deixam “frouxa” a decisão de quem demite. Jack Welch, um dos maiores administradores de todos os tempos usava uma metodologia chamada 20X70X10.

Os 20% melhores ele premiava muito e reconhecia, eram as estrelas, os 70% medianos passavam por uma reciclagem e muito treinamento, acompanhamento e avaliação e os 10% piores eram demitidos.

Veja abaixo os 3 motivos para demitir o seu vendedor.

1. Falta de Integridade:

Atitudes que vão contra os valores da empresa. Exemplos: Mentir, roubar, agredir física ou verbalmente alguém, ser desonesto com clientes ou outros vendedores, etc.

Aqui estão geralmente os NÃO NEGOCIÁVEIS. Qualquer atentado aos valores dever ser motivo de punição. Lembre-se: caráter não se negocia!

2. Demissão por motivos Econômicos:

Algo externo, como um novo imposto, a variação de cambio, barreiras econômicas de proteção, entrada de concorrência, ou fatores internos como má administração, problemas na gestão financeira, troca de diretoria ou mudança de contratos, pode fazer com que bons vendedores, com bons resultados, precisem sair.

3. Demissão por mau desempenho:

Aqui que mora o perigo. Quais os indicadores que você leva em consideração para avaliar o seu vendedor? Volume de vendas? Lucratividade? Novos clientes? Motivação, entusiasmo, comprometimento? O que é um mau desempenho?

Alguém que visita muito tem problema de motivação? Provavelmente não, ele tem um problema de fechamento. Alguém que vende bastante, mas tem o tícket médio baixo, tem problemas com desconto, não sabe negociar.

Veja que na verdade a maioria das empresas tem problemas por não terem definido o que queria do seu vendedor e por consequência acabam contratando errado. Lembre-se, não existe treinamento que arrume um mau recrutamento.

Uma ferramenta que ajuda a você começar a selecionar seus vendedores para definir ações, é uma ferramenta baseada na matriz BCG. Veja abaixo:

O Primeiro tipo é aquele que atende bastante (visita, prospecta bastante), mas não vende muito. Esse vendedor nós chamamos de GAROTO PRODÍGIO.

Ele tem tudo para dar certo. Ele é motivado, gosta do produto, da empresa, mas precisa de técnica.

Se continuar assim ele pode desanimar e você perder um vendedor com potencial, ou ele pode continuar na sua empresa e se tornar o pior vendedor que existe.. o motivado incompetente! Treine técnicas de vendas.

Desde planejamento até fechamento!

O segundo tipo é o vendedor que faze bastante contato (prospectam bastantes) e vende bastante. Esses são os chamados ESTRELAS.

Esse vendedor precisa ser reconhecido, bem pago, precisa dar mais desafios para ele.

Se ele não for desafiado a todo momento e não tiver mais espaço para crescer, ou ele muda de empresa ou ele tem uma grande chance de ir descer para o segundo quadrante e virar um Vaquinha Leiteira.

Fique de olho, pois como eu disse, bom vendedor tem sempre alguém querendo contratar.

O terceiro tipo é o vendedor que faz poucos contato (prospecta pouco), mas vende bem. Esse nós chamamos de VAQUINHA LEITEIRA.

Ele provavelmente é um veterano que tem uma carteira, conhece bem a empresa e por esses motivos perdeu o ENTUSIASMO de procurar novos clientes.

Ele dá lucro e não muito trabalho, mas é preciso atenção com ele, pois o mercado pode dar uma reviravolta e alguns clientes param de comprar e ele terá que correr atrás de novos clientes e isso para ele é um grande desafio hoje.

Desenvolva metas e treine ele para colocar gente no funil. Comece a fazer metas de prospecção com quantidade, tempo e caminhos definidos. Se isso não acontecer, ele tem uma grande possibilidade, caso ele perca alguns clientes-chave, de se tornar um abacaxi.

O quarto e o que mais está próximo de ser demitido é o vendedor que visita pouco e vende pouco, o vendedor ABACAXI. Esse, além de desmotivado é incompetente, não sabe o que faz. Esse, ou você treina e avalia rapidamente, ou manda embora. Lembre-se: Não aceite gente medíocre em sonhos grandes.

Utilize essa matriz e coloque o nome dos seus vendedores em cada quadrante. Vai te ajudar a começar a colocar em ordem quem está se fortalecendo na empresa e quem está prestes a sair.

A última dica e, a que vai te ajudar MUITO na hora de demitir, é sobre contratação.

NÃO DEIXE PRA CONTRATAR SÓ DEPOIS QUE DEMITE.

Tenha uma constante captação de currículos, divulgue a todo momento que estão contratando. Tem muita gente boa no mercado.

Muitas vezes os gestores ficam com aquela equipe “nota 7”, o que eu chamo de quarta-feira (Não é nada.. nem segunda nem final de semana), aquela equipe “morna”.

Até que vende, mas nunca sai do mediano. Isso acontece, porque sempre que vai tirar alguém, é aquele desespero e sempre acaba contratando outro vendedor mais ou menos.

E o gestor acaba preferindo ficar com aquele mediano do que trocar ele. O vendedor tem que entrar e já começar a dar resultados, não tem tempo de treinar, avaliar e começa o círculo vicioso das equipes medianas.

Estar sempre atrás de ótimos vendedores é INDISPENSÁVEL para que você não precise demitir a todo momento e quando precisar, isso não irá afetar os números da empresa.

Sucesso e boas vendas!

Thiago Concer é Sócio-fundador do I.E.V, a maior escola de vendas do Brasil, líder do Movimento #OrgulhoDeSerVendedor e um dos palestrante de vendas mais contratados do Brasil!

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Ganhe uma comissão maior do que qualquer vendedor da sua empresa

Você achou esse título interessante? Pois é, quando eu escutei isso também fiquei muito curioso e me fiz a mesma pergunta que você deve estar se fazendo… COMO?

Antes de eu te contar como isso acontece, quero lhe contar como cheguei a esse vendedor.

A algumas semanas estive nos EUA e lá pude entrevistar vários vendedores e gestores de vendas.

Um deles, um brasileiro chamado Bruno, gerente de uma loja da Sprint (uma das maiores empresas de telefonia móvel dos EUA).

Ele havia voltado de um encontro de vendas de East Coast (costa leste dos EUA).

Lá ele havia encontrado um vendedor que havia feito incríveis US$ 25.000 em comissão, quase R$ 85.000 em um único mês… vendendo planos de celular!!!

O mais impressionante é que uma boa comissão para os vendedores desse segmento é em torno de US$ 4.000 dólares.

Muito curioso, perguntei ao Bruno se o rapaz de Nova York contou o que ele fazia para vender tanto.

Ele me respondeu com uma frase: “Thiago, ele não quer vender pra todo mundo, ele quer vender pra quem dá lucro. Ele divide as atividades dele em 4 partes”:

Tem horário para prospectar:

Apesar de trabalhar em um segmento de vendas receptiva, onde o cliente vai até ele, ele separa TODOS OS DIAS, 2 horas por dia para agendar e visitar novos clientes nas empresas.

Naquele horário que ele selecionou, ele não faz nada mais. Não atende telefone, não atende na loja, ele só agenda e visita. Ele não deixa para o final do mês.

Ele não espera ver se vai bater a meta pra depois sair para prospectar. Ele faz isso todos os dias!

O mais interessante é que ele não pega uma lista e liga. Ele só separa as empresas que tem potencial de 35 linhas para cima! Ele quer vender pra quem dá MUITO lucro.

Horário de vendas internas e parte administrativa:

Ele não quer perder vendas e sabe que as visitas de clientes na loja tem um potencial grande, pois já vão com interesse!

Ao mesmo tempo que o trabalho de preenchimento de CRM é indispensável para sua avaliação e consequentemente para seus ganhos, pois estar em dia com sua parte administrativa, é um dos indicadores para uma bonificação maior.

Por isso ele tem seus horário de atendimento na loja que fazem parte do seu ganho base.

Horário para visitas externas:

Ele disse ao Bruno que precisa visitar pelo menos 5 empresas por semana.

Ele disse que esse número é com base nos dias de segunda á sexta, pois de sábado a loja tem um movimento muito intenso e tem muitas empresas que não abrem de sábado.

1 visita por dia! Se ele não consegue na segunda-feira, ele sabe que algum dia da semana ele tem que visitar duas empresas. Mas não termina a semana sem que tenha visitado 5 empresas!

Tem um propósito:

Quando esse vendedor disse seus números, a maioria dos outros vendedores disseram: “uhuuu, agora você vai poder tirar umas férias em Bahamas ou no Hawai!”.

Ele disse que que adora praia, mas o seu objetivo maior era se tornar gerente de distrito. Um dos maiores cargos comerciais na empresa.

Eu fiquei muito feliz em escutar esse case de sucesso. Essa história vai ao encontro do que defendo a muito tempo. Vendedor bom gosta de dinheiro, desafio e propósito.

Esse grande vendedor mostrou também o poder do planejamento em vendas. Trabalhar duro é importante, mas se você não sabe pra onde vai, qualquer vento serve.

Muitos vendedores acham que trabalhar com agenda e tempo para fazer as coisas “engessam” o trabalho deles. Gestão das atividades, preparação antes de sair pra vender, foco em quem dá lucro… tudo isso é LIBERTADOR!

Trabalhar com afinco é importante, mas tão importante quanto trabalhar muito é saber o que faz!

Dwight David Eisenhower, general 5 estrelas do exército Americano e presidente dos EUA disse sobre planejamento:

“Antes de sair para a batalha, planejamento é tudo. Depois que o tiroteio começa, planejar é inútil!”

Sucesso, boas vendas e vamos levar a frente nosso movimento #OrgulhoDeSerVendedor.

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