4 maneiras de manter o cliente no seu site por mais tempo

Seu site é uma das portas de entrada mais importantes da sua empresa ou marca no meio digital.

Eu já comentei no post sobre 3 canais digitais que não podem faltar na sua empresa, o quanto acompanhar o comportamento multicanal do cliente hoje te coloca à frente nessa corrida em converter acessos em vendas.

Mas isso não é tudo.

Não basta fazer só com que as pessoas cheguem até você.

O segredo está em como mantê-las com você.

E por isso, pode-se dizer que um site quando pensado estrategicamente com conteúdo bem disposto, direto e prático, pode sim manter o seu público junto do que você vende por muito mais tempo.

Segundo informação divulgada pelo portal Entrepreneur, entre 70% e 96% por cento dos visitantes do seu site não voltam mais para ele depois que saem daquele momento de navegação inicial.

Já o IBGE divulgou no ano de 2016 que entre os meios de navegação mais usados pelos brasileiros para acessar a internet, o celular está no topo da lista.

Isso é bom para quem tem negócios online.

Mas a responsabilidade também aumenta.

Porque agora você tem a missão de entreter essas pessoas e engaja-lás com o que vende durante aquela busca rápida que fazem pelo smartphone.

Por isso, separei 4 MANEIRAS de manter o cliente por mais tempo no seu site para que ele possa desfrutar do seu conteúdo e chegar até o estágio de compra do que você oferece.

  1. Tenha sempre “call to action” estratégicas em todas as sessões

 

Já comentei no blog que hoje o seu consumidor precisa ser direcionado por chamadas de ação, as conhecidas “call to action” para que tenha um norte por onde navega.Sendo assim, é importante que elas estejam distribuídas em cada página do seu site.

Se você tem um blog de vendas, inclua sempre links em seu texto que direcione seu usuário para outros conteúdos relacionados ao que você vende.

Depois de ler algum post, você já deve ter se deparado com uma call to action dos tipo:

  • Baixe agora o e-book grátis e seja o próximo vendedor top de linha (para produtos que oferece)
  • Comece agora (para propagandas na barra lateral do site)
  • Baixe nosso aplicativo gratuito e ative notificações para receber conteúdo de primeira mão.

Muitas vezes quem navega está interessado em comprar, mas não está pronto ainda para realizar a ação.

Estimular esse interesse no seu usuário por meio de conteúdo de qualidade é uma forma eficaz de converter acesso em vendas.

Não se esqueça também do conteúdo EXCLUSIVO.

Esse tipo de conteúdo você pode enviar apenas para o e-mail cadastrado pelo usuário e só aqueles que cadastram seus endereços poderão receber.

Alguns exemplos de conteúdo exclusivo são:

  • relatórios de vendas detalhados que sua empresa realizou ou que você comprou de algum parceiro
  •  cases
  • vídeos

Essa é uma forma não apenas de você fornecer conteúdo adicional e exclusivo ao seu visitante, mas também atualiza sua lista de e-mails.

  1. Crie pop-ups com ofertas na saída do usuário

Já vai?

É assim que alguns sites se expressam quando percebem que quem navega está prestes a sair do site e provavelmente, nunca mais voltar.

Para solucionar isso, desenvolva pop-ups que disparam apenas quando o seu visitante vai deixar seu site.

E para cada sessão do site que ele estiver é necessário uma estratégia diferente.

Veja só

  • se ele estiver no seu blog

crie um pop-up com alguma publicação exclusiva que possa ajudar você no seu objetivo de conversão

  • se ele estiver na página de produtos 

Ele chegou bem perto e agora quer ir embora?

Mostre conteúdo sobre aquele produto que ele estava olhando.

Algum depoimento exclusivo de alguém que comprou ou gostou, ou uma crítica em relação aquele produto na concorrência.

Invista também nas perguntas frequentes, para que ele possa tirar as dúvidas.

  • cliente abandonou o carrinho 

Uma dica é apresentar nesse momento um código de desconto ou uma mensagem parabenizando o cliente, pois ele conseguiu 20% de desconto na compra.

Que tal?

3. Combine conteúdo com visual

Não adianta nada ter um conteúdo bem elaborado se visualmente ele é disposto em padrões antigos ou pouco enfáticos visualmente.

Uma das formas de aumentar o tempo médio de visita do site é procurando melhorar justamente isso: tudo que salta aos olhos do seu potencial cliente.

Faça vídeos, esquemas, infográficos, abuse de imagens que o perfil do seu cliente possa se identificar.

A infografia é uma boa estratégia para fazer a visita durar mais tempo.

Principalmente nas páginas de compra.

Entre os exemplos brasileiros de site visualmente atrativo está o da Startup Nubank.

Logo que o visitante entra já é envolvido por imagens que traduzem a ideia que querem passar: a de liberdade financeira.

E a chamada de ação, olha só, fica bem visível.

Dá uma olhada aqui.

A ausência de conteúdo visual faz o seu visitante sair dali e aí sua possível conversão está perdida.

Fique atento nisso!

4. Seja prático com seu conteúdo

É importante ser direto e rápido no meio digital.

Ninguém quer perder tempo, afinal, existe uma infinidade de opções disponíveis para quem navega.

Se ele não encontrar o que procura no seu site, provavelmente, vai encontrar no de outra marca o empresa.

Por isso quebre seu conteúdo em páginas de forma que haja o mínimo de informação em cada uma delas.

  • Invista em frases curtas de no máximo duas linhas.
  • Se não conseguir fugir do texto mais longo nas páginas de venda, formate com uma fonte de leitura, fácil, de traços leves, sem carregar a visão de quem lê.
  • disponha a informação de maneira intuitiva e dispense tutoriais muito longos.
  • se investir em cabeçalhos, lembre que eles precisam ser bem descritivos.
  • Use a técnica de leitura por skimming (ler o máximo de informação em pouco tempo), assim você aumenta as chances do visitante clicar na página que tem conteúdo adicional e ganha mais tempo com ele para vender seu produto.

Já tá pronto para aplicar essas dicas no seu site de vendas?

Compartilhe agora com sua equipe e chega de perder vendas para a concorrência.

 

Sucesso,

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3 sinais de que é a hora de partir para outra venda

venda

Cada venda tem suas particularidades quando um vendedor está em negociação.

Mas se você começou a perceber que está perdendo muito tempo e gastando muita energia com algo que nunca chega ao fechamento, cuidado, meu amigo vendedor.

Tenho algumas coisas para te falar sobre isso.

A primeira de todas é lembrar que ser ocupado não significa ser produtivo.

Se você anda atarefado com muitas:

  • reuniões
  • compromissos fora da empresa
  • ligações agendadas
  • e-mails para fazer, mas que estão demorando a te dar resultados é hora de congelar sua agenda e fazer uma análise do seu propósito:

onde quer chegar?

E, depois disso, é o momento de se questionar se aquele cliente realmente vale a pena para você.

São muitas as dicas sobre como contornar objeções para realmente vender e deixar um cliente satisfeito.

Mas nunca esqueça que no nosso ramo, lidamos com PESSOAS e que por isso, tudo é também de certa forma imprevisível e aquele cliente que você tem levado junto das suas metas há tempos, acreditando ser apenas indeciso, pode, na verdade, não ser.

Inclusive, segundo uma pesquisa do PeopleMap divulgada pela revista Inc – referência entre empreendedorismo e negócios – os tipos de personalidade da maioria das pessoas se enquadram em quatro estilos básicos que influenciam a decisão de compra do seu cliente.

E o estudo dá pistas sobre como lidar com alguns tipos específicos.

Os tipos de clientes

Por exemplo: há o primeiro tipo de cliente “líder”, que é o cliente que gosta de tomar decisões rapidamente e gosta de assumir o controle e estar no comando.

São aqueles clientes que não tem muito tempo para lidar com pessoas de vendas e que por isso são muito práticos.

Como você vende para esse tipo de personalidade?

Segundo o estudo, com esse cliente é recomendado esperar que ele faça as perguntas para que você, depois disso, analise o que pode dizer em relação ao seu produto ou serviço.

O segundo tipo de consumidor é orientado por pessoas.

Geralmente são clientes extrovertidos que tem fortes habilidades interpessoais e são ótimos ouvintes.

Como você vende para esse tipo de personalidade?

Eles são clientes que querem estar perto da sua equipe de vendas e se sentir parte do time.

A pesquisa aponta que ser um grande ouvinte assim como eles, bem como interagir de forma descontraída e leve é uma boa forma de lidar com eles.

O terceiro perfil é o cliente espiríto livre ou “free spirit”.

É o consumidor divertido, extremamente independente que valoriza a liberdade. 

Que não gosta de ser colocado em um espaço limitado ou ficar restrito a regras de vendas. Eles têm pouca paciência e gostam de aventuras.

Como você vende para esse tipo de personalidade?

Comemorando com eles!

Eles são pessoas peculiares e criativas que procuram diversão, por isso, ofereça incentivos exclusivos que dialoguem com seu senso de aventura.

O quarto tipo é o cliente tarefa.

É um cliente pontual, estruturado e muito detalhista.

Ele é o oposto total do Espírito Livre.

Confiabilidade é sua prioridade.

Como você vende para esse tipo de personalidade?

Esse tipo de cliente é cauteloso, precisam ser tranquilizados, por isso, não tente pressionar para vender porque eles vão desistir.

Como, então, diferenciar o indeciso do cliente “sem chance”?

O cliente indeciso pode estar nos 4 perfis citados anteriormente.

Ele gosta do seu produto e questiona formas de levar o que quer, além de te encarar no olho e se aproximar toda vez que tem uma dúvida.

O cliente sem chance normalmente te enche de desculpas e faz de tudo para não te encarar.

Provavelmente, ele por um impulso te deu esperanças, e talvez, até esteja realmente interessado no produto, mas ele sabe que não poderá adquiri-lo, só não te conta isso e prefere adiar as suas propostas.

O cliente sem chance nunca diz que você o incomoda, mas ele te evita.

O cliente indeciso responde todas as suas perguntas quando você lida com ele.

E sempre está torcendo para você expor alguma situação com que ele se identifique para se abrir mais e te contar os reais motivos de ainda não ter levado o que tanto quer.

O cliente sem chance nem menciona a concorrência, enquanto o indeciso sempre vai argumentar sobre ela com a intenção de que você faça uma proposta melhor.

Como pular fora e partir para outra venda?

Depois de conseguir identificar os clientes realmente indecisos, confira 3 sinais que os clientes que NÃO vão comprar nada com você expressam quando você faz algumas tentativas da sua proposta de vendas:

 

  • Nunca estão disponíveis

 

Você manda e-mail, manda mensagem, liga e o cliente nunca está disponível para você.

Quando responde, manda uma posição em horas do dia bem inesperadas, como o fim do expediente.

A mensagem geralmente acompanha um pedido de desculpa, mas mesmo assim não te dá garantia de fechamento.

Quando foram muitas as tentativas e as agendas mesmo assim não estão batendo é o momento de se colocar à disposição e deixar o cliente te procurar.

 

  • Respondem suas mensagens pedindo que pare de insistir

 

Há aqueles clientes que respondem e-mail e mensagens, pedindo para que você não os incomode mais.

Esse é o cliente direto que não quer ser mais impactado pelo que você pretende vender.

Quando isso acontece, é hora de parar de insistir e se atentar para as mensagens que você coloca como automáticas para que não se torne desagradáveis as tentativas em série.

 

  • Não te procuram mais

 

Quando o cliente diz que vai ligar e não retorna, pode realmente ter seus motivos e nem sempre isso significa que ele não está interessado.

Mas se a situação se repete por mais de uma vez, depois de suas tentativas, ou a ligação ou resposta sobre seu orçamento ou serviço nunca chega, é melhor partir para outra.

Sucesso e ótimas vendas

 

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A lesão de Neymar e 3 técnicas para o treinamento da sua equipe de vendas

Na última semana, vendedor, o assunto mais comentado no mundo do esporte teve como foco um craque da seleção brasileira: Neymar Jr.

Isso porque o atacante sofreu uma lesão sozinho enquanto jogava pelo Paris Saint-Germain contra o Olympique de Marselha, no dia 25 de fevereiro, na 27ª rodada do Campeonato Francês no estádio Parc des Princes, em Paris.

Era praticamente final de partida, o time da casa levava vantagem.

Até que depois de uma jogada, Neymar pisou errado e sentiu uma dor forte.

Se você não viu o momento da lesão, veja no vídeo a seguir:

Caído no campo, o jogador foi imediatamente socorrido. 

E depois da análise médica veio a notícia que a lesão se tratava de uma fratura no quinto metatarso do pé direito.

Embora não fosse algo muito grave, seria necessário uma cirurgia como melhor solução para o quadro do craque.

Se você tem acompanhado o caso, sabe que Neymar foi operado no Brasil e que a cirurgia foi um sucesso, mas você sabia que a cirurgia não era a única opção entre as soluções para tratamento?

Performance

A outra solução para o caso de Neymar seria a imobilização, com tratamento inclusive por meio do gesso.

Mas Neymar é um jogador de alto rendimento e que precisa se recuperar rapidamente sem perder a estrutura e preparo físico que o ajudam a ser tão bom em campo.

Por isso, os médicos escolheram colocar um pino e um enxerto ósseo no pé, já que o jogador não pode ficar muito tempo imobilizado.

Afinal, estamos em ano de copa do mundo e não queremos saber de 7×1 dessa vez, não é?

Neymar pode levar até três meses para se recuperar.

Mas a escolha da cirurgia, entre outros motivos, foi uma forma de manter desempenho e preparo físico.

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O que isso tem a ver com suas vendas?

Quantas vezes na sua equipe, você já não escutou que algum vendedor não estava trabalhando mais como antes?

Ou até já suspeitou que alguma coisa poderia estar afetando a perfomance dele?

Isso é uma situação bem comum.

Mas será que entre as opções para manter ou melhorar o desempenho do seu craque de vendas, você tem optado pela certa?

Ou pela mais fácil?

De acordo com relatório “O panorama do treinamento no Brasil” edição 12, que divulga fatos, indicadores, tendências e análises sobre Treinamento e Desenvolvimento no país no ano de 2017, o investimento anual para cada colaborador, calculado durante um período de 12 meses é em média de R$ 788,00.

Porém esse valor varia de acordo com o segmento de atuação da empresa (indústria, serviços, comércio)

O relatório apontou também que essa média representa um crescimento de 21% em relação ao ano de 2016.

Um valor que ainda deixa a desejar quando comparamos com o investimento em T&D das empresas dos EUA.

Mas a notícia boa é que este indicador vem aumentando pouco a pouco, ano a ano.

No entanto, o que preocupa é que em uma análise mais detalhada sobre este indicador de investimento anual de Treinamento e Desenvolvimento, observa-se que: 

que quanto maior a empresa, menor o investimento em T&D por colaborador.

O relatóro destaca ainda que:

“companhias com mais de 5.000 colaboradores investiram em média este ano (2017) R$ 388,00 por colaborador”.

Será que ao buscar soluções para os craques de vendas que muitos gestores têm em suas empresas, eles não estariam optando por uma imobilização dos vendedores ao invés de colocar essa galera em movimento?

Para te ajudar nessa dúvida, confira 3 técnicas que podem ser úteis na hora de escolher a melhor recuperação para o vendedor da sua empresa…

… aquele que se machuca toda vez que está em jogo no campo das vendas:

1 – Pense no custo benefício

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Assim como a  equipe médica de Neymar, pense sempre no custo benefício do treinamento para sua equipe. Às vezes optar pela solução mais fácil, barata e rápida pode lhe custar mais caro.

Por mais que o craque fique fora de toda temporada do PSG, sua recuperação total para a copa do Mundo é algo em que os especialistas estão apostando bastante.

Vale uma análise como:

  • Pesquise realmente os resultados de empresas que investiram no treinamento que você está pensando em contratar.
  • Os vendedores melhoraram?
  • O investimento foi alto e valeu a pena?
  • Teve descontos?
  • Faça contatos que te descrevam experiências boas ou ruins.
  • Pergunte, ligue, mande uma mensagem questionando.
  • Confira relatórios e o que os indicadores de treinamento revelam

    2 – Avalie seu segmento

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  • Faça um diagnóstico de qual é o seu segmento chave. Se você é uma empresa de vendas de cosméticos, não faz sentido contratar um treinamento de palestrantes experientes com vendas de imóveis.
  • Estude qual é o seu nicho de mercado e contrate treinamentos que dialoguem diretamente com o seu setor de vendas.
  • Não se iluda por nomes de destaque no mercado que não tem a ver com seu foco de vendas.

    3 – Conheça o que deixa seu vendedor sem fôlego

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Não deixe seu time sem tratamento, pois os treinamentos são uma tendencia em grandes empresas, inclusive fora do Brasil.

Segundo o estudo Report Industry 2016 Traininig – as empresas americanas têm  despesas médias com Treinamento e Desenvolvimento de acordo seu porte. Em:

  • Grandes empresas  a média é de US$ 14,3 milhões,
  • Médias empresas de US$ 1,4 milhão
  • Pequenas empresas cerca de US$ 376 mil.

Por isso, conheça as lesões dos seus vendedores:

  • Qual é a dificuldade toda vez que eles entram em campo?
  • Crie formulários online que permitam aos próprios vendedores fazerem uma análise das suas vendas
  • Pergunte a eles o que gostariam de melhorar
  • Quem gostariam de ouvir
  • Se não souber fazer isso contrate uma empresa de diagnóstico e que te encaminhe para o treinamento mais adequado

Não deixe seus melhores vendedores falharem em campo e deixarem de marcar os gols da vitória.

Sucesso e ótimas vendas

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O cliente não abre o meu e-mail de vendas

e-mail de vendas

O e-mail nunca foi tão usado como nos dias atuais.

Se para alguns no passado, ele era apenas uma ferramenta de envio de mensagens, hoje essa impressão foi superada.

Isso porque o e-mail se tornou uma poderosíssima ferramenta de comunicação, marketing e inclusive de conversão em vendas.

E é por ele que você pode trazer para perto do seu e-commerce, blog ou site, o público que deseja impactar.

De acordo com o estudo State of Costumer Experience 2017 que contou com 200 respondentes, cerca de 49% das empresas afirmaram usar o e-mail para se comunicar com clientes.

Isso significa que quase 50% dos empreendimentos usam este canal.

 

Mas é preciso estratégia de gerenciamento dessa ferramenta valiosa. E isso vamos ver a seguir.

Segundo o E-Mail Marketing Study 2013 realizado pelo Experian Marketing Services, 99% dos entrevistados mencionou que usa alguma campanha por correio eletrônico.

No entanto, 70% do total de respondentes da pesquisa não se preocupam em personalizar as mensagens.

Além dos endereços de e-mail, 78% se preocupam em coletar o primeiro nome da pessoa, mas apenas 43% se preocupam com o país de origem, 37% com o número de telefone e 23% com o número de celular.

Outro dado interessante é que 84% dos entrevistados coletam os endereços de e-mail no check out que o usuário faz no site. Enquanto 76% coletam os e-mails na homepage da sua plataforma

O que faz então um e-mail de vendas ser tão poderoso?

Estratégias de disparo do e-mail. Mas existem duas coisas que geralmente dificultam o sucesso dos vendedores com o uso do e-mail

  • Atualização das maneiras de escrever um e-mail

É preciso acompanhar as mudanças no meio digital no que diz respeito ao gerenciamento, mas também é necessário melhorar sempre o conteúdo do seu e-mail de vendas.

Saber quais são os assuntos do momento e que interessam ao seu público é fundamental para converter uma abertura em venda.

Mas muitos vendedores pecam nisso.

Ao elaborarem um e-mail, eles não utilizam formas de se aproximar do cotidiano do cliente que lê e com isso o e-mail enviado se torna mais um do mesmo em um mar de opções que o cliente já tem.

  • Assunto do e-mail

Esse é um ponto chave na abertura do e-mail de vendas que você envia, vendedor. Porque o assunto do e-mail é o cartão de visita para o cliente conferir o que há no corpo do e-mail.

Segundo o portal Marketing de Conteúdo uma dica importante é usar números, estatísticas e percentuais relacionados ao que você vai abordar. Algo que dê destaque ao conteúdo que está propondo.

Outras dicas que o portal propõe é usar ainda:

  • perguntas como: “Você já viu a super promoção da loja (x)”
  • expressões com senso de urgência: “Último dia da queima de estoque”
  • frases curtas: “50% de desconto na loja toda”

Fuja das armadilhas

Ao mesmo tempo em que há frases que colaboram com a taxa de abertura do seu e-mail, há armadilhas que levam o seu e-mail, na verdade, para caixa de spam.

Algumas palavras chaves que parecem ser grandes aliadas, são na verdade inimigas da caixa de entrada do seu cliente e podem fazer você perder aquele “prospect” e até mesmo ser bloqueado por ele.

Evite mencionar no assunto as palavras:

  • gratuito
  • parabéns
  • isso não é spam
  • grande oferta

Corpo do e-mail

Se o assunto tem que ser direto, o corpo do e-mail precisa ser mais ainda. Faça uma lista com alguns tópicos importantes que precisa seguir. Esqueça a linguagem formal e considere incluir:

  • quem você é
  •  o que você faz
  • que problema resolve
  • como já ajudou outras pessoas com seu produto ou serviço

Finalize sempre com uma chamada para ação, ou seja, com uma ordem que vá facilitar – de alguma forma – a vida do seu cliente, e claro, uma ordem que te ajude a emplacar a venda.

Essa ordem é chamada de “call to action”  e ela direciona o seu cliente.

Se você deixa ele muito livre, sem propor uma decisão, ele, provavelmente, vai deixar o seu conteúdo passar em branco. Evite isso.

Mão na massa, mão na prática

Para te ajudar na prática como construir um e-mail com os elementos que mencionei ai em cima, incluindo um assunto direto e um corpo de e-mail com informações importantes sem esquecer da “ordem”ao seu cliente, separei um modelo para você se basear.

Quer ver só?

Clique aqui para baixar seu modelo de e-mail.

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4 lições sobre como montar uma cultura de atendimento ao cliente

cliente

Se você considera que sua equipe de vendas tem um bom atendimento ao cliente, tenho que te dizer que isso não é o bastante, vendedor.

Talvez seja necessário estudar melhor esse campo tão amplo e complexo onde mora a expressão “atendimento ao cliente”: grande no nome, mas gigante na importância do andamento do seu negócio. Afinal, é muito comum gestores e vendedores confundirem excelência em vendas com atendimento satisfatório.  

Mas tenho alguns dados que mostram que para ser bom com um cliente, você tem que estar – acima de tudo- disposto e preparado a resolver problemas. Veja só.

Clientes descontentes com atendimento

Só para você ter uma ideia da relevância desse pilar das vendas, uma pesquisa do Instituto Ibero Brasileiro de Relacionamento com o Cliente (IBRC) realizada no ano de 2014, avaliou 12 shopping da cidade de Belo Horizonte.

E nenhum deles atingiu a preferência de bom atendimento pelos clientes, conforme os respondentes da pesquisa.

91% dos entrevistados  teve uma experiência ruim ao tentar conseguir descrever algum problema ao SAC dos shoppings presencialmente.

E não para por aí não.

O mesmo instituto em parceria com o NeoAssist divulgou um estudo no ano de 2017 chamado “Estado do atendimento ao cliente no Brasil” e revelou que 67% dos entrevistados estão dispostos a pagar mais por um produto ou serviço se tiverem um atendimento de qualidade.

Além disso, quando questionados sobre qual é a pior parte de ligar para uma central de atendimento ao cliente, 48,4% das pessoas que responderam a pesquisa disseram que a pior parte é se esforçar demais para ter um problema resolvido.

E sabe quando realmente o cliente sai feliz?

Segundo a pesquisa, 71,3% responderam que saem satisfeitos de uma experiência de atendimento quando resolvem o seu problemas só com o primeiro contato.

Por isso, meu amigo vendedor para te ajudar a entender a diferença entre atender bem e ter uma excelência de atendimento ao cliente, deixo 4 lições:

1- Antes de encantar, não desencante

Alguns vendedores tem mania de querer impactar o cliente com algum produto que ele tem, ou com a alguma informação que ele sabe logo de cara.

Mas calma.

Antes de tentar encantar o cliente e convencê-lo, você não pode desencantá-lo, frustrando suas expectativas e ai sim, afastando ainda mais a venda.

Vendedor de excelência controla ansiedade, ouve mais e propõe soluções na medida que o cliente precisa.

2- Dê uma nota para os seus canais de contato com o cliente

cliente

Será que você mesmo ficaria satisfeito com o atendimento dos seus canais de vendas?

Para responder a essa questão, dou uma dica: faça o levantamento de todas as formas com as quais você entra em contato com o cliente.

Pega ai o seu panfleto, o telefone de atendimento, a página no Facebook, o site, o Instagram, o outdoor na esquina daquele ponto famoso da sua cidade.

  • Será que você, enquanto cliente, daria que nota para os seus canais? Telefone toca mais de 3 vezes e alguém demora a atender?
  • A sua fanpage está sem resposta há mais de 3 dias?
  • O outdoor perdeu a cor por causa da chuva e não reflete mais a promoção que você queria?

Atribua uma nota a cada um desses canais e analise. Verifique quais estão mais perto do 10 e do zero.

Excelência requer imediatismo e resolução de problema a partir do momento que você se propõe a atender por determinado canal. Sem desculpas.

3- Se preocupe com o pós venda

Não seja um vendedor que quando precisam de você, você some.

Esteja atento inclusive ao pós venda, afinal, o cliente pode precisar de você mesmo depois de ter pagado pelo seu produto ou serviço.

Invista nas suas formas de assistência depois que ele fechou a venda.

Pergunte se tem alguma dúvida, receba feedbacks, ligue, mande uma mensagem.

Excelência no atendimento também tem a ver com assistência e cuidado.

4- Faça uma média do seu atendimento

Essa média eu te proponho fazer, depois que assistir o vídeo a seguir. Separei um exercício prático para você. Bora fazer?

Veja a seguir

 

Sucesso e ótimas vendas

 

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3 canais digitais de vendas que não podem faltar na sua empresa

vendas

Hoje, os canais de vendas precisam acompanhar o comportamento multicanal do cliente.

Você já parou para pensar que se o cliente anda inserido em novas mídias, sua empresa também precisa estar?

Mas não pense, gestores e vendedores que isso tem sido tarefa fácil.

E te digo isso porque hoje o cliente não quer perder tempo.

Ele quer realmente ser atendido no momento que liga, manda mensagem ou escreve um e-mail.

Tudo isso, porque principalmente as novas mídias como redes sociais, chats e formulários online passam a ideia de agilidade.

De: mandou, chegou. Respondeu.

Mas nem sempre é assim.

Por isso, você precisa entender qual é a importância de um canal de venda e ver em quais deles pode investir melhor e com mais confiança para obter bons resultados no seu negócio.

 O que é um canal de venda?

Um canal de venda é toda forma de comunicação que uma empresa utiliza para levar até seus clientes os seus produtos e serviços com uma finalidade preponderante: fechar uma venda.

Para investir em um canal é necessário ter alguns requisitos bem definidos:

  • Um produto ou serviço bem estruturado;
  • Os atributos dos seus serviços na ponta da língua a ponto de você conseguir vendê-lo sozinho;
  • Uma comunicação bem alinhada. Não rola um vendedor dizendo que seu produto só existe azul, enquanto você acumula produtos em verde e amarelo no estoque.

Feita essa análise, cabe ajustar qual o melhor canal de venda para sua empresa. E como eu faço isso? Veja a seguir algumas dicas

  1. Defina bem seu produto. Se pergunte : o que eu vendo e por quê?
  2. Defina bem seu público: para quem eu vendo?
  3. Onde esse público está?
  4. Que caminhos levam até ele?

A 3ª Pesquisa Nacional de Varejo online realizada pelo Sebrae em parceria com o E-commerce Brasil, apontou, em 2016, que empresas de pequeno porte tem feito grande parte de suas vendas online.

53% delas usam o e-commerce puro e 47% delas usam o e-commerce misto.

Isso significa que esse perfil de empresa encontra no meio online mais chances de vender.

Conheça, então,  3 CANAIS DIGITAIS que tem recebido certo protagonismo e podem te ajudar.

1. E-commerce

Esse já é conhecido de muitos vendedores.

Trata-se de uma loja virtual onde você pode reunir seus produtos a um preço um pouco mais barato do que no mercado em virtude dos custos para o empresário serem menores.

Segundo dados do E-commerce Brasil, o é-commerce tem crescido e se estendeu para produtos de valor elevado e categorias diversificadas , levando o consumidor a adquirir o que quiser no meio online sem restrições aos produtos.

2. Facebook Commerce

É novidade para você?

A verdade é que essa rede social é uma das queridinhas dos setores de vendas, porque quando se pensa em reunir e conectar pessoas, pensou Facebook.

Portanto, vale a pena investir nessa rede para medir o perfil e as necessidades que as pessoas têm apresentado.

O Facebook personaliza das pessoas e isso pode até ajudar a personalizar seu negócio também.

3. Mobile Commerce

Seu público vive conectado e não larga o celular?

Esta aí um bom canal de vendas.

O mobile commerce incluem aplicativos para smartphones que propõe ao consumidor uma nova jornada de compra, muito mais veloz e com chance de interação de celular para celular.

E o marketing digital?

E como o marketing digital pode estar associada aos canais de vendas?

Por meio das formas de interação do usuário com a marca que você tem, ou com produto ou serviço.

Formas que podem ser potencializadas por algumas estratégias que te ajudam a vender mais. Veja quais são:

  • Tráfego Direto 

Toda vez que o seu cliente digita o endereço do seu site no navegador dele, ele chega até o seu produto ou serviço por meio do tráfego direto.

Geralmente, os clientes por tráfego direto já conhecem a sua marca.

Mas há possibilidades de muitos terem recebido indicação de pessoas próximas que já usam o seu produto.

Assim, a conversão em venda tem chances maiores, embora possa ser mais restrita a pessoas que já conhecem ou ouviram falar sobre o que você vende.

  • Tráfego orgânico 

O cliente chega até você por meio de um site de busca, como o Google.

E isso vai depender do quanto você investe para estar bem ranqueado de acordo com requisitos que o próprio Google – no caso – sugere.

Aqui, as chances de conversão em vendas dependem da qualidade do conteúdo que você propõe a respeito do que você vende.

  • E-mail

Além de um canal de venda, o e-mail se tornou um canal de relacionamento, uma espécie de: “nossa marca lembra de você” toda semana.

É uma boa forma de gerar tráfego para o site onde está seu produto.

Além de permitir que o seu cliente ou potencial cliente compartilhe o conteúdo também com sua rede de contatos.

  • Afiliados

Não são todos os vendedores que investem nessa possibilidade, mas ela é efetiva.

Isso porque você cria uma rede de pessoas interessadas em vender seu produto ou serviço que também vão lucrar com ele.

É necessário se inscrever em uma rede ou disponibilizar inscrições no sistema que você vende seus produtos.

  • Redes sociais

Elas estão em alta para interação entre pessoas, mas muitas marcas esquecem que dependem justamente dessa interação para vender.

Pelas redes sociais é um desafio vender, porque você precisa despertar um interesse nos usuários.

Mas é possível desde que você, vendedor, conheça bem o perfil do seu alvo e desenvolva peças de marketing que ele se identifique.

Investindo em canais de vendas

Sua empresa ainda não investe em nenhum dos canais de vendas mencionados? Faça sim um estudo de ambiente e comece a investir no melhor canal digital para você.

Boas vendas

Abraço!

 

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Vendas Diretas, Marketing Multinível e Pirâmide: saiba a diferença e pare de falar besteira

Tem muito vendedor ainda confundindo o que é venda direta e o que é marketing multinível e pirâmide.

Mas com certeza, isso deve ser um problema bem mais de conceito, porque todo mundo na vida, ao menos, uma vez, já presenciou essas formas de vender.

Mas vamos descomplicar.

Vendas Diretas

De acordo com a Associação Brasileira de Vendas Diretas, a ABEVD,  “a venda direta é um sistema de comercialização de bens de consumo e serviços baseado no contato pessoal entre vendedores e compradores, fora de um estabelecimento comercial fixo”.

Essas informações foram retiradas do próprio site da associação.

Elas indicam que é um tipo de venda olho a olho, não necessariamente dentro de uma loja ou empresa.

A associação ainda informa que, no Brasil, o mercado de vendas diretas é poderoso e famoso.

Temos  4,3 milhões de pessoas em sua força de vendas, gerando aproximadamente cerca de 8 mil empregos diretos.

É gente para caramba trabalhando nisso.

Ranking top

Há uns 5 anos atrás, no ano de 2013, a ABEVD ainda divulgou que as vendas diretas atingiram  US$ 14,6 bilhões em volume de negócios.

E isso deu ao nosso país a quarta posição no ranking da World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA).

Olha aí, as vendas verde e amarelas dominando o mundo.

Ficamos atrás apenas dos Estados Unidos, Japão e China.

Se você quer dados mais recentes, a ABVED ainda publicou que no primeiro semestre de 2017 – nem faz muito tempo hein – as vendas diretas movimentaram mais de 20 bilhões nesse período.

É um setor importante, vendedor, que só reforça o quanto vendas é um dos motores da nossa economia.

Marketing multinível

Já o marketing multinível é uma modalidade de vendas diretas.

Mas enquanto na VD o revendedor obtém os lucros em cima de suas próprias vendas, no marketing multinível o revendedor ganha participação dentro de um grupo.

Ou seja, não só no que ele vende, mas também em cima do que sua rede de revendedores vende.

Ela também se baseia no contato pessoal entre vendedor e cliente, sem precisar de uma loja ou empresa física para a venda acontecer.

Mas esse tipo de venda se preocupa em vender, atraindo para perto não só consumidores, mas outros vendedores também.

Isso a difere das vendas diretas.

O trabalho é maior, porque exige que você monte uma equipe de vendas.

E que se preocupe até mesmo com hierarquias que geralmente nas vendas diretas não tem obrigatoriamente.

Pirâmide

Essa forma de vender é um problema grande, vendedor, considerado em muitos países uma negociação ilegal.

Por isso, cuidado.

Na pirâmide os lucros ficam geralmente entre os idealizadores do negócio e não são distribuídos de maneira igualitária.

Promete-se muito dinheiro em troca do recrutamento de pessoas ou da venda de produtos ou serviços, mas esses produtos não existem muitas vezes.

Há ausência de produto físico.

Funciona assim: o indivíduo investe um único pagamento, com a promessa de que irá receber benefícios de outras pessoas, mas a continuidade do processo não acontece.

Segundo a ABEVD “a pirâmide também se caracteriza pela falta de treinamento para vendedores e ausência de continuidade nos processos”

A associação ainda divulga que “ao contrário da venda direta legítima, quando há pagamento de impostos e a recompensa é proporcional ao esforço de cada um, na pirâmide ganha mais quem está no topo da hierarquia”.

Ou seja, o dinheiro percorre a pirâmide, mas apenas os que estão no topo ganham. Claramente, um método desigual.

No Brasil,  a pirâmide é enquadrada como um crime à economia popular, descrito no inciso IX, art. 2º, da Lei 1.521/51. Fuja dessa e fique atento.

Muitas vezes, a pirâmide pode vir disfarçada de marketing multinível, por isso, cabe sempre averiguar e fazer pesquisas sobre o negócio antes de mergulhar de cabeça nele.

Vantagens e Desvantagens

As vendas diretas se destacam em diferentes produtos ou serviços.

  • Tem maquiagem
  • Tem comida fitness,
  • Tem álbum de formatura
  • Tem plano de saúde e um monte de outros produtos e serviços.

Tem também uma grande vantagem para os vendedores: eles podem definir seus horários e atender aos clientes nas ocasiões mais convenientes.

Além disso, o consumidor sai ganhando, pode ser atendido inclusive dentro da sua própria casa, sem abrir mão do conforto e sem precisar comprometer outras tarefas.

É também uma alternativa de emprego quando há renda disponível rolando na economia.

Isso faz com que as pessoas escolham comprar e consumir produtos de uma forma mais personalizada.

Segundo a ABEVD, as modalidades mais praticadas de venda direta são:

  • “Door to door” ou porta-a-porta: o revendedor vai até a residência ou local de trabalho do consumidor para demonstrar e vender os produtos;
  • Catálogo: o revendedor deixa o catálogo ou folheto na residência do consumidor e depois passa para retirar o pedido;
  • Party plan: o revendedor promove um chá na casa de uma consumidora para ela e suas amigas, em que demonstra e revende os produtos.

Nas Vendas Diretas geralmente o revendedor compra o produto e revende com um lucro de aproximadamente 30%.

Já no Marketing Multinível, o investimento inicial pode ser caro, além de demandar um trabalho maior pela criação de redes de vendedores.

Mas há um modelo escalonável de ganhos que aumenta os seus lucros.

Além de ser um modo de trabalho que se baseia na equivalência entre ganho e produtividade: ou seja, você ganha pelo seu esforço empregado.

No caso, da pirâmide não se considera vantagens, visto que é um crime enquadrado pela lei brasileira. Fique de olho sempre, vendedor.

E aí, esclareceu suas dúvidas?

Tá pronto para arrebentar de vender na sua modalidade sem falar besteira?

Continue sempre acompanhando conteúdo por aqui.

Abraço e ótimas vendas

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5 maneiras de usar promoções, brindes e campanhas para vender mais

As promoções fazem parte do processo de vendas e muitas vezes são vistas como um agrado do vendedor, da marca ou empresa que representa.

Mas, vendedor, não é por aí não.

Se você pensa que está fazendo um favor com uma promoção, pare.

Você está errado.

E isso já é dito algum tempo.

Principalmente depois que, no ano de 2005 a Promotion Products Association International,  divulgou um estudo que confirmava que as promoções são poderosas.

A pesquisa realizada por eles, em aeroportos, perguntava as pessoas:

  1. Você se lembra de algum anúncio publicado no jornal que você estava lendo no avião?
  2. Você se lembra de algum brinde recebido de alguma empresa nos últimos 12 meses?As respostas vão te surpreender, olha só:1. Dos 80% dos entrevistados, que leram um jornal, aproximadamente 53% recordaram o nome de pelo menos um anunciante.
    2. Dos 71% dos entrevistados, que ganharam um brinde nos últimos 12 meses do período, cerca de 76% lembraram a marca da empresa que deu o brinde.
    3. Do total de entrevistados, 31% tinha o brinde na hora da entrevista e 81% desses entrevistados que tinham brindes, lembravam qual era a marca estampada no brinde.
    4. 57% dos que receberam brindes ficaram com ele por pelo menos um ano, pois era útil.
    5. 45% dos que receberam brindes, usavam o que ganharam pelo menos uma vez ao dia.Outro estudo chamado: Propensão do consumidor a participar da promoção de vendas: uma comparação inicial do Brasil versus Estados Unidos, dos autores André Torres Urdan e Arnaldo Rocha Rodrigues revela um dado importante.A pesquisa com amostra de consumidores brasileiros e americanos entendeu a partir da análise que:

    “É possível concluir que os consumidores da amostra brasileira possuem maior propensão a usar promoções de vendas do que os consumidores da amostra norte-americana.

  3. Segundo, conclui-se haver na amostra brasileira segmentos de consumidores brasileiros propensos (54% do total) e não-propensos (46% do total) em geral (todos os 8 tipos) a participar de promoções de vendas”.

    Será então que promoções, brindes e outras formas de bonificar clientes não seriam estratégias de vender mais e melhor?

A resposta é sim, vendedor.

O que devo observar para fazer promoção?

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Observe CINCO coisas antes de realmente construir uma promoção ou

1- Quem você quer atingir?

Você tem que definir primeiro quem quer atingir e mais que isso: verificar que relação consumidor – produto/ serviço você quer construir.

Faça perguntas como:
A) Quero atingir que tipo de pessoas? Faixa etária, estilo de vida, classe social?

B) quero que essas pessoas consumam mais qual produto ou serviço?
Respondidas questões como essas, vá para os próximos passos.

2- Qual tipo de promoção mais adequadaResultado de imagem para press kit imprensa

Depois de definir quem serão os seus alvos, tanto o perfil do público, quanto o perfil do produto, elabore a promoção mais adequada para esses dois eixos.

Qual será a promoção:

  • Será um desconto em produto?
  • Um brinde?
  • Algum desafio, como jogos ou aquele famoso “indique x amigos?”
  • Sorteios?
  • Ou será algum prazo especial para adquirir o produto que você quer vender mais?

Construa esse roteiro e bora para próxima etapa.

3- Como ela vai funcionar?Resultado de imagem para regulamento

Aqui você tem que definir qual será a dinâmica da promoção. Como o seu cliente deverá se comportar para participar da sua promoção. Algumas recomendações são:

  • Elaborar um regulamento
  • Orientar funcionários
  • Ter um “tira dúvidas” no espaço físico
  • Promover a promoção em redes sociais que a empresa  ou marca participa

4- Legislação

lei

 

Essa etapa é importantíssima.

E pode ser paralela a todas as outras, visto que essa diz respeito à verificação das suas ações junto à legislação brasileira.

É muito importante saber se sua estratégia é legal.

E se está aprovada diante do Código de Defesa do Consumidor e do Ministério da Justiça.

5- Mensuração

Resultado de imagem para mensuracaoParte importante das suas vendas vendedor.

Se trata do durante e pós-promoção.

Aqui você fará a comparação dos níveis de faturamento, engajamento, popularidade da sua marca entre: o período sem a promoção x período com a promoção.

Desenvolva mecanismos para acompanhar a promoção enquanto ela ocorre.

Para que você veja como ela está sendo aceita ou não pelo público que definiu.

Para mensuração é importante você ter alguns critérios como:

  • Faturamento
  • Engajamentos de branding
  • Popularidade da marca
  • Aceitação do público

Desde a etapa 1, até chegar aqui, você vai poder comparar os resultados de diferentes períodos e ver realmente se sua promoção alvancou o esperado.

O segredo é sempre saber seu objetivo:

  • Onde quer chegar
  • Como quer caminhar até lá

Para que não se perca no caminho e para que suas promoções sejam estratégicas e não um amontoado de favores sem sentido.

Fica a dica aí?

Abraço

Sucesso e ótimas vendas

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Vendedor bom não julga o cliente

Vendedor bonzinho não vende, mas vendedor que julga o cliente muito menos.

É com essa lição que esse primeiro post de 2018, meu amigo vendedor, chega até você.

Para começar o ano com tudo e com disposição a vender, você tem que estar:

1.Motivado

inserido e certo que esse universo das vendas é aonde você gostaria de estar

2.engajado

com os estudos em dia, preparado para os desafios do mercado

3. animado

disposto a fazer acontecer e vestir a camisa que sua demais durante o ano todo

Por isso, antes de iniciarmos mais um ano de dicas práticas e conteúdo direto sem enrolação, fica aqui uma história sobre a importância de um vendedor enxergar o que nem todo mundo consegue.

E mais do que isso: manter uma ética profissional que não dê margem para JULGAMENTOS e INTERPRETAÇÕES ERRADAS de seus clientes.

O trecho a seguir foi extraído do livro “História de Vendas e de Vendedores” por Pedro Santo Rossi, e conta a história de Armando – um vendedor cheio de histórias para contar.

Confira o trecho “De porta em porta”

“Por mais que se fale contra, e por mais difícil que seja o acesso às pessoas em suas casas, principalmente nas grandes cidades, onde as pessoas vivem se escondendo de tudo e de todos, também pelo medo de assalto, o “xaveco” continua sendo uma ferramenta MUITO ÚTIL para alguns tipos de vendas.

É claro que como qualquer ferramenta, é necessária habilidade para manuseio.

Vendendo enciclopédias, Armando era um campeão.

Por dez meses consecutivos havia conseguido o primeiro lugar.

Conversando com dois novatos, eles perguntaram onde conseguia fazer tantas vendas.

– Ora, em qualquer lugar, é só escolher uma rua e trabalhar.

A conversa começou a se estender porque os novatos insistiam na sorte, e nas dicas, enquanto o Armando reafirmava a sua convicção que qualquer lugar era bom para vender.

Bastava trabalhar mesmo e pronto.

Combinaram então pegar uma rua qualquer e fazer o serviço.

Estavam por Santo Amaro, e por ali ficaram na primeira rua residencial que encontraram.

Na hora de escolher o lado, o Armando deixou que os novatos fizessem a escolha.

Eles escolheram o lado par e o Armando pegou o lado ímpar.

Começaram as visitas, ficando combinado que se encontrariam para o almoço, num bar da terceira esquina, ao meio dia.

“Nada de vendas!”

Armando fazia pelo menos um contrato por dia, às vezes até conseguia 3 ou 4; mas a responsabilidade da conversa que tivera começou a pesar quando saiu da quarta visita, já pela hora do almoço e
nada tivera conseguido.

Mais uma visita e nada.

Na hora do almoço encontrou os dois colegas no bar e fizeram um lanche.

Nada de vendas.

Eles já tinham feito juntos mais de 10 casas e retomaram a conversa que precisavam mesmo de boas indicações, pois trabalhar assim não dava.

O orgulho do Armando começou a se perturbar.

Tinha que conseguir vender naquela rua, para provar a sua opinião.

Depois do almoço se despediram e continuaram no trabalho.

Armando fez mais duas visitas infrutíferas e na terceira encontrou uma jovem senhora com sua filha de 8 anos, que lhe deu boa atenção.

Começaram a conversar e a mulher resolveu falar com a mãe que morava do outro lado da rua.

A casa era das mais simples da rua.

Armando sentia que estava perdendo tempo.

Afinal, aquela casa certamente já teria sido visitada pelos colegas que não tinham conseguido nada.

A mãe, uma viúva, era simplesmente a dona da vila de casas.

Não só comprou a coleção para a filha que fazia faculdade, como também uma coleção infantil para a neta e outra enciclopédia para ela mesma.

Os colegas tinham pulado aquela casa, talvez por parecer muito simples”.

Um Feliz Ano Novo!

E ótimas vendas ao longo do ano

 

Créditos texto: Livro “História de vendas e de vendedores”

Créditos fotos: Reprodução

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