Vazamento de dados pelo Facebook: 4 dicas sobre gestão de crise para sua empresa

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O Facebook tem sido destacado pela mídia mundial.

Isso aconteceu depois que foi divulgado que a rede de Mark Zuckerberg teve dados dados de seus usuários que deveriam ser mantidos em sigilo compartilhados indevidamente com a consultoria britânica Cambridge Analytica.

Foram dados expostos de  87 milhões de usuários, entre eles estão aproximadamente 443 mil são brasileiros.

E essa situação tem repercutido como a maior crise que o Facebook já passou.

De acordo com informações do jornal El País, a empresa deixou mais de 50 bilhões de dólares na semana em que o assunto veio a tona.

O valor, segundo o jornal, equivale ao total da capitalização da fábrica de veículos Ford Motors ou da companhia aérea Delta.

E muitas críticas foram lançadas a rede, despertando a desconfiança de investidores nas ações da empresa e nos próprios usuários.

Facebook, uma comparação é possível

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Esse caso do Facebook tem suas particularidades que merecem ser apuradas devidamente.

Mas ao observarmos o contexto, é possível afirmar que a empresa passa por uma situação de anormalidade e tensão.

E, por isso se assemelha a realidade de tantas empresas de vendas.

Pois de repente observam que seus produtos ou serviços estão sendo questionados por clientes e investidores.

No entanto, o que se percebe é que a maioria das empresas nunca está preparada para lidar com a situação, prestando esclarecimentos e mantendo sua dinâmica.

Algumas delas chegam até a quebrar durante uma gestão de crise.

Outras mergulham em uma situação de tensão por anos.

De acordo com um relatório da Delloite de 2014,sobre gestão de crise em empresas no Japão, apontou que o número de experiências com gestão de crise nas empresas tem aumentado.

Principalmente no Leste e Sudeste da Ásia.

Foram ouvidas 413 empresas japonesas que responderam a pesquisa por meio de questionário.

E alguns dados levantados foram:

65% das empresas experimentaram crise nos últimos 12 anos

Além disso, as empresas japonesas tem desenvolvido cada vez mais manuais como uma contra medida para enfrentar crises.

Além de ser um assunto que preocupa as empresas, ele pode estar presente em qualquer organização.

Desde uma micro empresa até mesmo em uma empresa de peso mundial como o Facebook.

Por isso, confira 4 dicas de gestão de crise que se pode extrair de um caso como esse que chegou impactando usuários, investidores e funcionários.

 

1. Preveja e mapeie

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Pense nas ações da empresa hoje.

O que ela tem feito.

O que pode gerar complicações futuras ou não.

A partir disso, prepare-se para cada um dos problemas que visualizou.

Já estude as maneiras de minimizar as complicações. Não deixe acumular problemas.

2. Tenha respostas rápidas

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Essa dica vai para empresas que já começam a enfrentar uma crise ou percebem que seus serviços não estão sendo bem avaliados.

É importante sempre conversar com as pessoas que estão interessadas em saber sobre os desdobramentos do seu negócio.

Por isso, invista em treinamentos. Prepare a equipe.

3. Treine a equipe de atendimento ao cliente

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Mais do que preparar todos os funcionários e informá-los, é preparar a equipe de atendimento ao cliente.

Ela é fundamental para que os relacionamentos já construídos não sejam destruídos pelas relações que você construiu.

Treine uma equipe para comunicar bem e tranquilizar seus clientes

Uma equipe que seja clara na comunicação e que tenha um discurso unânime que não falhe na transmissão de informação.

4. Seja responsável

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Assuma a responsabilidade, admita que errou.

E aponte as soluções. Mostre que está aprendendo com o erro e não apenas “apagando o fogo”.

Tenha calma nos casos em que a crise já adquire proporções além do que você imaginava controlar e peça ajuda se necessário de quem sabe melhor que você a lidar com a situação.

Mostrar que aprendeu com o erro e não repetir, é sempre a melhor forma de manter a confiança do seu público.

E, aí? Tá pronto para aplicar essas dicas?

E conta para gente, você acha que o Facebook supera essa ou pode ser o início de uma grande mudança para empresa?

Deixe nos comentários.

Sucesso e ótimas vendas!

 

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Fonte:

Pesquisa Delloite

Jornal El Pais

 

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5 dicas sobre como fazer o cliente amar o que você vende

cliente

O seu cliente só compra seu produto ou compra, se identifica, defende, indica e quer cada vez mais o que você vende?

Repare que há uma larga diferença entre vender e vender proporcionando tudo isso que comentei na pergunta anterior.

Mas é justamente o conceito que você promove na sua marca ou no seu serviço que vai despertar a empatia e expectativa do seu cliente.

De acordo com as informações do artigo de David Shing para o Financial Post, um portal canadense, a relação de proximidade entre cliente e marca é chamada de amor pela marca.

David compara esse amor ao amor humano que se guia pelos sentimentos de perdão, felicidade e reconforto.

Mas para ele, o que os dois tipos de amor tem realmente em comum é o COMPROMETIMENTO.

Cliente comprometido

Se o cliente se sente conectado, compreendido e apoiado pelo conceito que você vende, ele vai se comprometer com você. Ele vai te defender. Vai entender quando você falhar. Vai te “amar”.

(Mas não falhe muito. Acerte bem mais, claro!)

Essa compreensão do seu cliente aliada ao comprometimento diz muito sobre o quanto suas vendas e o que você vende refletem os valores pessoais dele.

E quer ver só como essa tendência das marcas serem amadas está em evidência?

A Accenture Interactive  promoveu uma pesquisa no ano de 2016 chamada “Love Index”.

O estudo tinha o objetivo de conhecer como as marcas vão além e se tornam amadas pelas pessoas.

O Brasil esteve entre os países avaliados.

A pesquisa levou em conta cinco aspectos para que os respondentes avaliassem a marca. O quanto ela era 1. divertida, 2. relevante, 3. engajadora, 4. social e 5. útil.

Sabe qual foi o resultado?

As mais amadas do Brasil

Netflix em primeiro lugar, YouTube em segundo e Google em terceiro.  Ainda apareceram no top 10 brasileiro, a Apple, a Samsung e a Sony.

Mas sabemos que despertar esse interesse não é fácil. Afinal, falar de amor nunca é, não é mesmo?

Por isso, separei 5 dicas sobre como melhorar o conceito da sua marca e fazer com que seus clientes se sintam cada vez mais amados. Vê só:

1. Zele pela comunicação saudável

Aprenda a usar todos os canais de comunicação que te aproximam do seu cliente. Já escrevi sobre isso aqui no blog.

Hoje, as pessoas gastam horas nas mídias digitais e sempre estão conectadas de alguma maneira.

Investigar qual a mídia que seu público mais usa, é uma boa para que você esteja por lá também captando a atenção para a sua venda.

Não esqueça dos desafios.

Anuncie com estratégia sem se tornar inconveniente, pois o que conecta você ao seu cliente é uma linha fina e sensível, que pode se romper facilmente por meio de um simples unlike ou unfollow.

Lembre disso.

2.Supere expectativas

Seu cliente fez uma compra online com você.

O que você acha que ele está esperando? O produto, claro.  Exatamente como ele viu no seu anúncio.

Mas você já pensou de ir além de um produto impecável e enviar algo a mais?

Hoje, algumas marcas investem em brindes, outras expressam em uma simples carta o quanto se sente felizes pelo cliente ter feito aquela compra.

Veja que as vezes não precisa de muito. Isso é cuidar.

E amor e cuidado tem tudo a ver, não acha?

3. Tenha lado, posicione-se

Lembra do princípio de valores pessoais do cliente que você enquanto marca reflete?

Pois é, ele está relacionado ao seu posicionamento.

As pessoas querem se sentir alinhadas com você.

Elas querem saber o que você defende, que bandeiras coloca para fora da janela e como expressa o que é equivalente ao que elas acreditam.

4. Invista na personalização e pessoalidade

Mostre ao cliente que ele pode confiar em você. E que você protege tudo que ele lhe dedicou, como os dados pessoais, por exemplo.

Além disso, mostre o quanto está disposto a personalizar o seu atendimento por causa dele.

Que tal aquele e-mail de aniversário com desconto especial no seus produtos? Resguarde os dados, mas personalize.

5. Inove, não fique no mais do mesmo

Os clientes amam as marcas que fazem o que fazem muito bem.

Ao mesmo tempo, amam aquelas que trazem sempre uma novidade que surpreende.

Não basta criar um produto excelente, porque facilmente seus concorrentes podem fazer igual.

Mas é possível inovar em cada conceito do que vende e assim aumentar o “amor” dos que já são seus clientes.

Prove que sua marca está engajada em verificar e atender às necessidades deles.

Afinal, problemas surgem a cada segundo.

Então, nunca ache que já resolveu todos com o que já foi criado. Inove sempre nas suas estratégias e vai ver como o amor dos seus clientes pelo que você vende só cresce.

Abraço!
Sucesso e ótimas Vendas

 

Imagens: Reprodução

Fonte: Artigo base: | How your business can work for and win brand love

 

 

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Instagram lança novo recurso de vendas. Confira 3 dicas de como aproveitar a função!

vendas

O Instagram lançou na última semana, um recurso de compras atrelado ao aplicativo.

O botão chamado “comprar agora” permite fazer uma compra diretamente no post em que você vê o produto. 

Além de te deixar conferir mais informações a respeito da venda, tudo pelo próprio app.

Como funciona?

A empresa que já tem perfil comercial no Instagram marca os produtos em uma publicação, dando opção ao cliente de comprá-los sem necessariamente o post ter impulsionamento pago.

Ou seja, o cliente poderá comprar produtos em posts orgânicos.

As empresas e marcas brasileiras estão aderindo a nova função aos poucos, visto que o serviço acaba de desembarcar por aqui e em também em 7 novos países:  

  • Austrália
  • Canadá
  • França
  • Alemanha
  • Itália
  • Espanha
  • Reino Unido.

Vantagens nas vendas

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Antes, os vendedores que pretendiam negociar seus produtos pelo Instagram deveriam impulsionar as publicações ou atender todos os interessados por mensagem.

Dependendo da equipe disponível para isso, muitas pessoas poderiam ficar sem resposta e acabar desistindo das vendas.

Agora, a nova função permite aos usuários que têm perfil comercial terem uma aba comercial gratuita e exclusiva para suas vendas online.

Algo que contribui com a oportunidade de vender de forma mais organizada.

De acordo com o diretor de negócios global do Instagram Jim Squires que esteve no Brasil no final do ano de 2017,  o Brasil é o segundo país com a maior base de usuários no insta.

Trata-se de 50 milhões de perfis ativos.

Uma outra pesquisa encomendada pelo Facebook a Ipsos Connect com pessoas entre 18 e 64 anos residentes em países como Austrália, Brasil, Estados Unidos, França, Japão e Reino Unido mostrou que:

os usuários usam o Instagram buscando algo “por trás das cenas”

E que o sucesso é mais garantido em publicações que envolvem bastidores e celebridades.

Além disso, a pesquisa mostrou que o Instagram é uma rede que surpreende mais do que o Facebook.

No quesito descoberta, o Instagram traz mais inspiração.

Por isso, a rede acaba sendo mais responsável por fazer as pessoas encontrarem tendências.

Um bom lugar para vender, não é?

Confira 3 dicas para você turbinar suas vendas com essa nova função

1. Insira as informações corretas no post

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Depois de já ter cadastrado seu perfil comercial, é necessário inserir todas informações que o Instagram permite.

Por exemplo, uma das dúvidas mais frequentes entre os clientes é o preço do produto.

O Instagram possibilita agora que você marque na própria imagem o preço dos seus itens, assim como você faz quando usa a marcação de amigos em fotos.

Partiu marcar os preços dos produtos em tudo!

2.Mantenha seu e-commerce atualizado e sem peças fora de estoque

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A pior frustração de um cliente online é ver um produto sendo anunciado e quando segue para os próximos passos da compra, nota que aquele item tão desejado não tem em estoque.

Por isso, mantenha seus produtos sempre atualizados e uma equipe disponível para atender seus potenciais clientes.

Chega de cliente sem resposta.

3.Explore fotos em evidência

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Com o novo recurso, você poderá explorar mais fotos em movimento.

Já que é só marcar o preço das peças e prontinho, a pessoa já saberá quando ela vai custar.

Mas muito cuidado com a evidência do seu produto.

É importante manter as fotos vivas nas cores e focar realmente naquilo que está vendendo.

Sem deixar de lado o envolvimento visual do usuário, só porque mais informações poderão ser acrescentadas ao seu post.

Lembre-se que o segredo do Instagram ainda é a captação visual.

Dito isso, bora vender por lá, galera! 

Ah, lembrando: para conferir a função é necessário ter a última versão do app instalada.

E aproveitar as novas tecnologias sempre em favor do seu empreendimento ou novo negócio

Sucesso e ótimas vendas

 

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Fonte de pesquisas: Canaltech

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4 maneiras de manter o cliente no seu site por mais tempo

Seu site é uma das portas de entrada mais importantes da sua empresa ou marca no meio digital.

Eu já comentei no post sobre 3 canais digitais que não podem faltar na sua empresa, o quanto acompanhar o comportamento multicanal do cliente hoje te coloca à frente nessa corrida em converter acessos em vendas.

Mas isso não é tudo.

Não basta fazer só com que as pessoas cheguem até você.

O segredo está em como mantê-las com você.

E por isso, pode-se dizer que um site quando pensado estrategicamente com conteúdo bem disposto, direto e prático, pode sim manter o seu público junto do que você vende por muito mais tempo.

Segundo informação divulgada pelo portal Entrepreneur, entre 70% e 96% por cento dos visitantes do seu site não voltam mais para ele depois que saem daquele momento de navegação inicial.

Já o IBGE divulgou no ano de 2016 que entre os meios de navegação mais usados pelos brasileiros para acessar a internet, o celular está no topo da lista.

Isso é bom para quem tem negócios online.

Mas a responsabilidade também aumenta.

Porque agora você tem a missão de entreter essas pessoas e engaja-lás com o que vende durante aquela busca rápida que fazem pelo smartphone.

Por isso, separei 4 MANEIRAS de manter o cliente por mais tempo no seu site para que ele possa desfrutar do seu conteúdo e chegar até o estágio de compra do que você oferece.

  1. Tenha sempre “call to action” estratégicas em todas as sessões

 

Já comentei no blog que hoje o seu consumidor precisa ser direcionado por chamadas de ação, as conhecidas “call to action” para que tenha um norte por onde navega.Sendo assim, é importante que elas estejam distribuídas em cada página do seu site.

Se você tem um blog de vendas, inclua sempre links em seu texto que direcione seu usuário para outros conteúdos relacionados ao que você vende.

Depois de ler algum post, você já deve ter se deparado com uma call to action dos tipo:

  • Baixe agora o e-book grátis e seja o próximo vendedor top de linha (para produtos que oferece)
  • Comece agora (para propagandas na barra lateral do site)
  • Baixe nosso aplicativo gratuito e ative notificações para receber conteúdo de primeira mão.

Muitas vezes quem navega está interessado em comprar, mas não está pronto ainda para realizar a ação.

Estimular esse interesse no seu usuário por meio de conteúdo de qualidade é uma forma eficaz de converter acesso em vendas.

Não se esqueça também do conteúdo EXCLUSIVO.

Esse tipo de conteúdo você pode enviar apenas para o e-mail cadastrado pelo usuário e só aqueles que cadastram seus endereços poderão receber.

Alguns exemplos de conteúdo exclusivo são:

  • relatórios de vendas detalhados que sua empresa realizou ou que você comprou de algum parceiro
  •  cases
  • vídeos

Essa é uma forma não apenas de você fornecer conteúdo adicional e exclusivo ao seu visitante, mas também atualiza sua lista de e-mails.

  1. Crie pop-ups com ofertas na saída do usuário

Já vai?

É assim que alguns sites se expressam quando percebem que quem navega está prestes a sair do site e provavelmente, nunca mais voltar.

Para solucionar isso, desenvolva pop-ups que disparam apenas quando o seu visitante vai deixar seu site.

E para cada sessão do site que ele estiver é necessário uma estratégia diferente.

Veja só

  • se ele estiver no seu blog

crie um pop-up com alguma publicação exclusiva que possa ajudar você no seu objetivo de conversão

  • se ele estiver na página de produtos 

Ele chegou bem perto e agora quer ir embora?

Mostre conteúdo sobre aquele produto que ele estava olhando.

Algum depoimento exclusivo de alguém que comprou ou gostou, ou uma crítica em relação aquele produto na concorrência.

Invista também nas perguntas frequentes, para que ele possa tirar as dúvidas.

  • cliente abandonou o carrinho 

Uma dica é apresentar nesse momento um código de desconto ou uma mensagem parabenizando o cliente, pois ele conseguiu 20% de desconto na compra.

Que tal?

3. Combine conteúdo com visual

Não adianta nada ter um conteúdo bem elaborado se visualmente ele é disposto em padrões antigos ou pouco enfáticos visualmente.

Uma das formas de aumentar o tempo médio de visita do site é procurando melhorar justamente isso: tudo que salta aos olhos do seu potencial cliente.

Faça vídeos, esquemas, infográficos, abuse de imagens que o perfil do seu cliente possa se identificar.

A infografia é uma boa estratégia para fazer a visita durar mais tempo.

Principalmente nas páginas de compra.

Entre os exemplos brasileiros de site visualmente atrativo está o da Startup Nubank.

Logo que o visitante entra já é envolvido por imagens que traduzem a ideia que querem passar: a de liberdade financeira.

E a chamada de ação, olha só, fica bem visível.

Dá uma olhada aqui.

A ausência de conteúdo visual faz o seu visitante sair dali e aí sua possível conversão está perdida.

Fique atento nisso!

4. Seja prático com seu conteúdo

É importante ser direto e rápido no meio digital.

Ninguém quer perder tempo, afinal, existe uma infinidade de opções disponíveis para quem navega.

Se ele não encontrar o que procura no seu site, provavelmente, vai encontrar no de outra marca o empresa.

Por isso quebre seu conteúdo em páginas de forma que haja o mínimo de informação em cada uma delas.

  • Invista em frases curtas de no máximo duas linhas.
  • Se não conseguir fugir do texto mais longo nas páginas de venda, formate com uma fonte de leitura, fácil, de traços leves, sem carregar a visão de quem lê.
  • disponha a informação de maneira intuitiva e dispense tutoriais muito longos.
  • se investir em cabeçalhos, lembre que eles precisam ser bem descritivos.
  • Use a técnica de leitura por skimming (ler o máximo de informação em pouco tempo), assim você aumenta as chances do visitante clicar na página que tem conteúdo adicional e ganha mais tempo com ele para vender seu produto.

Já tá pronto para aplicar essas dicas no seu site de vendas?

Compartilhe agora com sua equipe e chega de perder vendas para a concorrência.

 

Sucesso,

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3 sinais de que é a hora de partir para outra venda

venda

Cada venda tem suas particularidades quando um vendedor está em negociação.

Mas se você começou a perceber que está perdendo muito tempo e gastando muita energia com algo que nunca chega ao fechamento, cuidado, meu amigo vendedor.

Tenho algumas coisas para te falar sobre isso.

A primeira de todas é lembrar que ser ocupado não significa ser produtivo.

Se você anda atarefado com muitas:

  • reuniões
  • compromissos fora da empresa
  • ligações agendadas
  • e-mails para fazer, mas que estão demorando a te dar resultados é hora de congelar sua agenda e fazer uma análise do seu propósito:

onde quer chegar?

E, depois disso, é o momento de se questionar se aquele cliente realmente vale a pena para você.

São muitas as dicas sobre como contornar objeções para realmente vender e deixar um cliente satisfeito.

Mas nunca esqueça que no nosso ramo, lidamos com PESSOAS e que por isso, tudo é também de certa forma imprevisível e aquele cliente que você tem levado junto das suas metas há tempos, acreditando ser apenas indeciso, pode, na verdade, não ser.

Inclusive, segundo uma pesquisa do PeopleMap divulgada pela revista Inc – referência entre empreendedorismo e negócios – os tipos de personalidade da maioria das pessoas se enquadram em quatro estilos básicos que influenciam a decisão de compra do seu cliente.

E o estudo dá pistas sobre como lidar com alguns tipos específicos.

Os tipos de clientes

Por exemplo: há o primeiro tipo de cliente “líder”, que é o cliente que gosta de tomar decisões rapidamente e gosta de assumir o controle e estar no comando.

São aqueles clientes que não tem muito tempo para lidar com pessoas de vendas e que por isso são muito práticos.

Como você vende para esse tipo de personalidade?

Segundo o estudo, com esse cliente é recomendado esperar que ele faça as perguntas para que você, depois disso, analise o que pode dizer em relação ao seu produto ou serviço.

O segundo tipo de consumidor é orientado por pessoas.

Geralmente são clientes extrovertidos que tem fortes habilidades interpessoais e são ótimos ouvintes.

Como você vende para esse tipo de personalidade?

Eles são clientes que querem estar perto da sua equipe de vendas e se sentir parte do time.

A pesquisa aponta que ser um grande ouvinte assim como eles, bem como interagir de forma descontraída e leve é uma boa forma de lidar com eles.

O terceiro perfil é o cliente espiríto livre ou “free spirit”.

É o consumidor divertido, extremamente independente que valoriza a liberdade. 

Que não gosta de ser colocado em um espaço limitado ou ficar restrito a regras de vendas. Eles têm pouca paciência e gostam de aventuras.

Como você vende para esse tipo de personalidade?

Comemorando com eles!

Eles são pessoas peculiares e criativas que procuram diversão, por isso, ofereça incentivos exclusivos que dialoguem com seu senso de aventura.

O quarto tipo é o cliente tarefa.

É um cliente pontual, estruturado e muito detalhista.

Ele é o oposto total do Espírito Livre.

Confiabilidade é sua prioridade.

Como você vende para esse tipo de personalidade?

Esse tipo de cliente é cauteloso, precisam ser tranquilizados, por isso, não tente pressionar para vender porque eles vão desistir.

Como, então, diferenciar o indeciso do cliente “sem chance”?

O cliente indeciso pode estar nos 4 perfis citados anteriormente.

Ele gosta do seu produto e questiona formas de levar o que quer, além de te encarar no olho e se aproximar toda vez que tem uma dúvida.

O cliente sem chance normalmente te enche de desculpas e faz de tudo para não te encarar.

Provavelmente, ele por um impulso te deu esperanças, e talvez, até esteja realmente interessado no produto, mas ele sabe que não poderá adquiri-lo, só não te conta isso e prefere adiar as suas propostas.

O cliente sem chance nunca diz que você o incomoda, mas ele te evita.

O cliente indeciso responde todas as suas perguntas quando você lida com ele.

E sempre está torcendo para você expor alguma situação com que ele se identifique para se abrir mais e te contar os reais motivos de ainda não ter levado o que tanto quer.

O cliente sem chance nem menciona a concorrência, enquanto o indeciso sempre vai argumentar sobre ela com a intenção de que você faça uma proposta melhor.

Como pular fora e partir para outra venda?

Depois de conseguir identificar os clientes realmente indecisos, confira 3 sinais que os clientes que NÃO vão comprar nada com você expressam quando você faz algumas tentativas da sua proposta de vendas:

 

  • Nunca estão disponíveis

 

Você manda e-mail, manda mensagem, liga e o cliente nunca está disponível para você.

Quando responde, manda uma posição em horas do dia bem inesperadas, como o fim do expediente.

A mensagem geralmente acompanha um pedido de desculpa, mas mesmo assim não te dá garantia de fechamento.

Quando foram muitas as tentativas e as agendas mesmo assim não estão batendo é o momento de se colocar à disposição e deixar o cliente te procurar.

 

  • Respondem suas mensagens pedindo que pare de insistir

 

Há aqueles clientes que respondem e-mail e mensagens, pedindo para que você não os incomode mais.

Esse é o cliente direto que não quer ser mais impactado pelo que você pretende vender.

Quando isso acontece, é hora de parar de insistir e se atentar para as mensagens que você coloca como automáticas para que não se torne desagradáveis as tentativas em série.

 

  • Não te procuram mais

 

Quando o cliente diz que vai ligar e não retorna, pode realmente ter seus motivos e nem sempre isso significa que ele não está interessado.

Mas se a situação se repete por mais de uma vez, depois de suas tentativas, ou a ligação ou resposta sobre seu orçamento ou serviço nunca chega, é melhor partir para outra.

Sucesso e ótimas vendas

 

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A lesão de Neymar e 3 técnicas para o treinamento da sua equipe de vendas

Na última semana, vendedor, o assunto mais comentado no mundo do esporte teve como foco um craque da seleção brasileira: Neymar Jr.

Isso porque o atacante sofreu uma lesão sozinho enquanto jogava pelo Paris Saint-Germain contra o Olympique de Marselha, no dia 25 de fevereiro, na 27ª rodada do Campeonato Francês no estádio Parc des Princes, em Paris.

Era praticamente final de partida, o time da casa levava vantagem.

Até que depois de uma jogada, Neymar pisou errado e sentiu uma dor forte.

Se você não viu o momento da lesão, veja no vídeo a seguir:

Caído no campo, o jogador foi imediatamente socorrido. 

E depois da análise médica veio a notícia que a lesão se tratava de uma fratura no quinto metatarso do pé direito.

Embora não fosse algo muito grave, seria necessário uma cirurgia como melhor solução para o quadro do craque.

Se você tem acompanhado o caso, sabe que Neymar foi operado no Brasil e que a cirurgia foi um sucesso, mas você sabia que a cirurgia não era a única opção entre as soluções para tratamento?

Performance

A outra solução para o caso de Neymar seria a imobilização, com tratamento inclusive por meio do gesso.

Mas Neymar é um jogador de alto rendimento e que precisa se recuperar rapidamente sem perder a estrutura e preparo físico que o ajudam a ser tão bom em campo.

Por isso, os médicos escolheram colocar um pino e um enxerto ósseo no pé, já que o jogador não pode ficar muito tempo imobilizado.

Afinal, estamos em ano de copa do mundo e não queremos saber de 7×1 dessa vez, não é?

Neymar pode levar até três meses para se recuperar.

Mas a escolha da cirurgia, entre outros motivos, foi uma forma de manter desempenho e preparo físico.

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O que isso tem a ver com suas vendas?

Quantas vezes na sua equipe, você já não escutou que algum vendedor não estava trabalhando mais como antes?

Ou até já suspeitou que alguma coisa poderia estar afetando a perfomance dele?

Isso é uma situação bem comum.

Mas será que entre as opções para manter ou melhorar o desempenho do seu craque de vendas, você tem optado pela certa?

Ou pela mais fácil?

De acordo com relatório “O panorama do treinamento no Brasil” edição 12, que divulga fatos, indicadores, tendências e análises sobre Treinamento e Desenvolvimento no país no ano de 2017, o investimento anual para cada colaborador, calculado durante um período de 12 meses é em média de R$ 788,00.

Porém esse valor varia de acordo com o segmento de atuação da empresa (indústria, serviços, comércio)

O relatório apontou também que essa média representa um crescimento de 21% em relação ao ano de 2016.

Um valor que ainda deixa a desejar quando comparamos com o investimento em T&D das empresas dos EUA.

Mas a notícia boa é que este indicador vem aumentando pouco a pouco, ano a ano.

No entanto, o que preocupa é que em uma análise mais detalhada sobre este indicador de investimento anual de Treinamento e Desenvolvimento, observa-se que: 

que quanto maior a empresa, menor o investimento em T&D por colaborador.

O relatóro destaca ainda que:

“companhias com mais de 5.000 colaboradores investiram em média este ano (2017) R$ 388,00 por colaborador”.

Será que ao buscar soluções para os craques de vendas que muitos gestores têm em suas empresas, eles não estariam optando por uma imobilização dos vendedores ao invés de colocar essa galera em movimento?

Para te ajudar nessa dúvida, confira 3 técnicas que podem ser úteis na hora de escolher a melhor recuperação para o vendedor da sua empresa…

… aquele que se machuca toda vez que está em jogo no campo das vendas:

1 – Pense no custo benefício

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Assim como a  equipe médica de Neymar, pense sempre no custo benefício do treinamento para sua equipe. Às vezes optar pela solução mais fácil, barata e rápida pode lhe custar mais caro.

Por mais que o craque fique fora de toda temporada do PSG, sua recuperação total para a copa do Mundo é algo em que os especialistas estão apostando bastante.

Vale uma análise como:

  • Pesquise realmente os resultados de empresas que investiram no treinamento que você está pensando em contratar.
  • Os vendedores melhoraram?
  • O investimento foi alto e valeu a pena?
  • Teve descontos?
  • Faça contatos que te descrevam experiências boas ou ruins.
  • Pergunte, ligue, mande uma mensagem questionando.
  • Confira relatórios e o que os indicadores de treinamento revelam

    2 – Avalie seu segmento

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  • Faça um diagnóstico de qual é o seu segmento chave. Se você é uma empresa de vendas de cosméticos, não faz sentido contratar um treinamento de palestrantes experientes com vendas de imóveis.
  • Estude qual é o seu nicho de mercado e contrate treinamentos que dialoguem diretamente com o seu setor de vendas.
  • Não se iluda por nomes de destaque no mercado que não tem a ver com seu foco de vendas.

    3 – Conheça o que deixa seu vendedor sem fôlego

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Não deixe seu time sem tratamento, pois os treinamentos são uma tendencia em grandes empresas, inclusive fora do Brasil.

Segundo o estudo Report Industry 2016 Traininig – as empresas americanas têm  despesas médias com Treinamento e Desenvolvimento de acordo seu porte. Em:

  • Grandes empresas  a média é de US$ 14,3 milhões,
  • Médias empresas de US$ 1,4 milhão
  • Pequenas empresas cerca de US$ 376 mil.

Por isso, conheça as lesões dos seus vendedores:

  • Qual é a dificuldade toda vez que eles entram em campo?
  • Crie formulários online que permitam aos próprios vendedores fazerem uma análise das suas vendas
  • Pergunte a eles o que gostariam de melhorar
  • Quem gostariam de ouvir
  • Se não souber fazer isso contrate uma empresa de diagnóstico e que te encaminhe para o treinamento mais adequado

Não deixe seus melhores vendedores falharem em campo e deixarem de marcar os gols da vitória.

Sucesso e ótimas vendas

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O cliente não abre o meu e-mail de vendas

e-mail de vendas

O e-mail nunca foi tão usado como nos dias atuais.

Se para alguns no passado, ele era apenas uma ferramenta de envio de mensagens, hoje essa impressão foi superada.

Isso porque o e-mail se tornou uma poderosíssima ferramenta de comunicação, marketing e inclusive de conversão em vendas.

E é por ele que você pode trazer para perto do seu e-commerce, blog ou site, o público que deseja impactar.

De acordo com o estudo State of Costumer Experience 2017 que contou com 200 respondentes, cerca de 49% das empresas afirmaram usar o e-mail para se comunicar com clientes.

Isso significa que quase 50% dos empreendimentos usam este canal.

 

Mas é preciso estratégia de gerenciamento dessa ferramenta valiosa. E isso vamos ver a seguir.

Segundo o E-Mail Marketing Study 2013 realizado pelo Experian Marketing Services, 99% dos entrevistados mencionou que usa alguma campanha por correio eletrônico.

No entanto, 70% do total de respondentes da pesquisa não se preocupam em personalizar as mensagens.

Além dos endereços de e-mail, 78% se preocupam em coletar o primeiro nome da pessoa, mas apenas 43% se preocupam com o país de origem, 37% com o número de telefone e 23% com o número de celular.

Outro dado interessante é que 84% dos entrevistados coletam os endereços de e-mail no check out que o usuário faz no site. Enquanto 76% coletam os e-mails na homepage da sua plataforma

O que faz então um e-mail de vendas ser tão poderoso?

Estratégias de disparo do e-mail. Mas existem duas coisas que geralmente dificultam o sucesso dos vendedores com o uso do e-mail

  • Atualização das maneiras de escrever um e-mail

É preciso acompanhar as mudanças no meio digital no que diz respeito ao gerenciamento, mas também é necessário melhorar sempre o conteúdo do seu e-mail de vendas.

Saber quais são os assuntos do momento e que interessam ao seu público é fundamental para converter uma abertura em venda.

Mas muitos vendedores pecam nisso.

Ao elaborarem um e-mail, eles não utilizam formas de se aproximar do cotidiano do cliente que lê e com isso o e-mail enviado se torna mais um do mesmo em um mar de opções que o cliente já tem.

  • Assunto do e-mail

Esse é um ponto chave na abertura do e-mail de vendas que você envia, vendedor. Porque o assunto do e-mail é o cartão de visita para o cliente conferir o que há no corpo do e-mail.

Segundo o portal Marketing de Conteúdo uma dica importante é usar números, estatísticas e percentuais relacionados ao que você vai abordar. Algo que dê destaque ao conteúdo que está propondo.

Outras dicas que o portal propõe é usar ainda:

  • perguntas como: “Você já viu a super promoção da loja (x)”
  • expressões com senso de urgência: “Último dia da queima de estoque”
  • frases curtas: “50% de desconto na loja toda”

Fuja das armadilhas

Ao mesmo tempo em que há frases que colaboram com a taxa de abertura do seu e-mail, há armadilhas que levam o seu e-mail, na verdade, para caixa de spam.

Algumas palavras chaves que parecem ser grandes aliadas, são na verdade inimigas da caixa de entrada do seu cliente e podem fazer você perder aquele “prospect” e até mesmo ser bloqueado por ele.

Evite mencionar no assunto as palavras:

  • gratuito
  • parabéns
  • isso não é spam
  • grande oferta

Corpo do e-mail

Se o assunto tem que ser direto, o corpo do e-mail precisa ser mais ainda. Faça uma lista com alguns tópicos importantes que precisa seguir. Esqueça a linguagem formal e considere incluir:

  • quem você é
  •  o que você faz
  • que problema resolve
  • como já ajudou outras pessoas com seu produto ou serviço

Finalize sempre com uma chamada para ação, ou seja, com uma ordem que vá facilitar – de alguma forma – a vida do seu cliente, e claro, uma ordem que te ajude a emplacar a venda.

Essa ordem é chamada de “call to action”  e ela direciona o seu cliente.

Se você deixa ele muito livre, sem propor uma decisão, ele, provavelmente, vai deixar o seu conteúdo passar em branco. Evite isso.

Mão na massa, mão na prática

Para te ajudar na prática como construir um e-mail com os elementos que mencionei ai em cima, incluindo um assunto direto e um corpo de e-mail com informações importantes sem esquecer da “ordem”ao seu cliente, separei um modelo para você se basear.

Quer ver só?

Clique aqui para baixar seu modelo de e-mail.

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4 lições sobre como montar uma cultura de atendimento ao cliente

cliente

Se você considera que sua equipe de vendas tem um bom atendimento ao cliente, tenho que te dizer que isso não é o bastante, vendedor.

Talvez seja necessário estudar melhor esse campo tão amplo e complexo onde mora a expressão “atendimento ao cliente”: grande no nome, mas gigante na importância do andamento do seu negócio. Afinal, é muito comum gestores e vendedores confundirem excelência em vendas com atendimento satisfatório.  

Mas tenho alguns dados que mostram que para ser bom com um cliente, você tem que estar – acima de tudo- disposto e preparado a resolver problemas. Veja só.

Clientes descontentes com atendimento

Só para você ter uma ideia da relevância desse pilar das vendas, uma pesquisa do Instituto Ibero Brasileiro de Relacionamento com o Cliente (IBRC) realizada no ano de 2014, avaliou 12 shopping da cidade de Belo Horizonte.

E nenhum deles atingiu a preferência de bom atendimento pelos clientes, conforme os respondentes da pesquisa.

91% dos entrevistados  teve uma experiência ruim ao tentar conseguir descrever algum problema ao SAC dos shoppings presencialmente.

E não para por aí não.

O mesmo instituto em parceria com o NeoAssist divulgou um estudo no ano de 2017 chamado “Estado do atendimento ao cliente no Brasil” e revelou que 67% dos entrevistados estão dispostos a pagar mais por um produto ou serviço se tiverem um atendimento de qualidade.

Além disso, quando questionados sobre qual é a pior parte de ligar para uma central de atendimento ao cliente, 48,4% das pessoas que responderam a pesquisa disseram que a pior parte é se esforçar demais para ter um problema resolvido.

E sabe quando realmente o cliente sai feliz?

Segundo a pesquisa, 71,3% responderam que saem satisfeitos de uma experiência de atendimento quando resolvem o seu problemas só com o primeiro contato.

Por isso, meu amigo vendedor para te ajudar a entender a diferença entre atender bem e ter uma excelência de atendimento ao cliente, deixo 4 lições:

1- Antes de encantar, não desencante

Alguns vendedores tem mania de querer impactar o cliente com algum produto que ele tem, ou com a alguma informação que ele sabe logo de cara.

Mas calma.

Antes de tentar encantar o cliente e convencê-lo, você não pode desencantá-lo, frustrando suas expectativas e ai sim, afastando ainda mais a venda.

Vendedor de excelência controla ansiedade, ouve mais e propõe soluções na medida que o cliente precisa.

2- Dê uma nota para os seus canais de contato com o cliente

cliente

Será que você mesmo ficaria satisfeito com o atendimento dos seus canais de vendas?

Para responder a essa questão, dou uma dica: faça o levantamento de todas as formas com as quais você entra em contato com o cliente.

Pega ai o seu panfleto, o telefone de atendimento, a página no Facebook, o site, o Instagram, o outdoor na esquina daquele ponto famoso da sua cidade.

  • Será que você, enquanto cliente, daria que nota para os seus canais? Telefone toca mais de 3 vezes e alguém demora a atender?
  • A sua fanpage está sem resposta há mais de 3 dias?
  • O outdoor perdeu a cor por causa da chuva e não reflete mais a promoção que você queria?

Atribua uma nota a cada um desses canais e analise. Verifique quais estão mais perto do 10 e do zero.

Excelência requer imediatismo e resolução de problema a partir do momento que você se propõe a atender por determinado canal. Sem desculpas.

3- Se preocupe com o pós venda

Não seja um vendedor que quando precisam de você, você some.

Esteja atento inclusive ao pós venda, afinal, o cliente pode precisar de você mesmo depois de ter pagado pelo seu produto ou serviço.

Invista nas suas formas de assistência depois que ele fechou a venda.

Pergunte se tem alguma dúvida, receba feedbacks, ligue, mande uma mensagem.

Excelência no atendimento também tem a ver com assistência e cuidado.

4- Faça uma média do seu atendimento

Essa média eu te proponho fazer, depois que assistir o vídeo a seguir. Separei um exercício prático para você. Bora fazer?

Veja a seguir

 

Sucesso e ótimas vendas

 

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3 canais digitais de vendas que não podem faltar na sua empresa

vendas

Hoje, os canais de vendas precisam acompanhar o comportamento multicanal do cliente.

Você já parou para pensar que se o cliente anda inserido em novas mídias, sua empresa também precisa estar?

Mas não pense, gestores e vendedores que isso tem sido tarefa fácil.

E te digo isso porque hoje o cliente não quer perder tempo.

Ele quer realmente ser atendido no momento que liga, manda mensagem ou escreve um e-mail.

Tudo isso, porque principalmente as novas mídias como redes sociais, chats e formulários online passam a ideia de agilidade.

De: mandou, chegou. Respondeu.

Mas nem sempre é assim.

Por isso, você precisa entender qual é a importância de um canal de venda e ver em quais deles pode investir melhor e com mais confiança para obter bons resultados no seu negócio.

 O que é um canal de venda?

Um canal de venda é toda forma de comunicação que uma empresa utiliza para levar até seus clientes os seus produtos e serviços com uma finalidade preponderante: fechar uma venda.

Para investir em um canal é necessário ter alguns requisitos bem definidos:

  • Um produto ou serviço bem estruturado;
  • Os atributos dos seus serviços na ponta da língua a ponto de você conseguir vendê-lo sozinho;
  • Uma comunicação bem alinhada. Não rola um vendedor dizendo que seu produto só existe azul, enquanto você acumula produtos em verde e amarelo no estoque.

Feita essa análise, cabe ajustar qual o melhor canal de venda para sua empresa. E como eu faço isso? Veja a seguir algumas dicas

  1. Defina bem seu produto. Se pergunte : o que eu vendo e por quê?
  2. Defina bem seu público: para quem eu vendo?
  3. Onde esse público está?
  4. Que caminhos levam até ele?

A 3ª Pesquisa Nacional de Varejo online realizada pelo Sebrae em parceria com o E-commerce Brasil, apontou, em 2016, que empresas de pequeno porte tem feito grande parte de suas vendas online.

53% delas usam o e-commerce puro e 47% delas usam o e-commerce misto.

Isso significa que esse perfil de empresa encontra no meio online mais chances de vender.

Conheça, então,  3 CANAIS DIGITAIS que tem recebido certo protagonismo e podem te ajudar.

1. E-commerce

Esse já é conhecido de muitos vendedores.

Trata-se de uma loja virtual onde você pode reunir seus produtos a um preço um pouco mais barato do que no mercado em virtude dos custos para o empresário serem menores.

Segundo dados do E-commerce Brasil, o é-commerce tem crescido e se estendeu para produtos de valor elevado e categorias diversificadas , levando o consumidor a adquirir o que quiser no meio online sem restrições aos produtos.

2. Facebook Commerce

É novidade para você?

A verdade é que essa rede social é uma das queridinhas dos setores de vendas, porque quando se pensa em reunir e conectar pessoas, pensou Facebook.

Portanto, vale a pena investir nessa rede para medir o perfil e as necessidades que as pessoas têm apresentado.

O Facebook personaliza das pessoas e isso pode até ajudar a personalizar seu negócio também.

3. Mobile Commerce

Seu público vive conectado e não larga o celular?

Esta aí um bom canal de vendas.

O mobile commerce incluem aplicativos para smartphones que propõe ao consumidor uma nova jornada de compra, muito mais veloz e com chance de interação de celular para celular.

E o marketing digital?

E como o marketing digital pode estar associada aos canais de vendas?

Por meio das formas de interação do usuário com a marca que você tem, ou com produto ou serviço.

Formas que podem ser potencializadas por algumas estratégias que te ajudam a vender mais. Veja quais são:

  • Tráfego Direto 

Toda vez que o seu cliente digita o endereço do seu site no navegador dele, ele chega até o seu produto ou serviço por meio do tráfego direto.

Geralmente, os clientes por tráfego direto já conhecem a sua marca.

Mas há possibilidades de muitos terem recebido indicação de pessoas próximas que já usam o seu produto.

Assim, a conversão em venda tem chances maiores, embora possa ser mais restrita a pessoas que já conhecem ou ouviram falar sobre o que você vende.

  • Tráfego orgânico 

O cliente chega até você por meio de um site de busca, como o Google.

E isso vai depender do quanto você investe para estar bem ranqueado de acordo com requisitos que o próprio Google – no caso – sugere.

Aqui, as chances de conversão em vendas dependem da qualidade do conteúdo que você propõe a respeito do que você vende.

  • E-mail

Além de um canal de venda, o e-mail se tornou um canal de relacionamento, uma espécie de: “nossa marca lembra de você” toda semana.

É uma boa forma de gerar tráfego para o site onde está seu produto.

Além de permitir que o seu cliente ou potencial cliente compartilhe o conteúdo também com sua rede de contatos.

  • Afiliados

Não são todos os vendedores que investem nessa possibilidade, mas ela é efetiva.

Isso porque você cria uma rede de pessoas interessadas em vender seu produto ou serviço que também vão lucrar com ele.

É necessário se inscrever em uma rede ou disponibilizar inscrições no sistema que você vende seus produtos.

  • Redes sociais

Elas estão em alta para interação entre pessoas, mas muitas marcas esquecem que dependem justamente dessa interação para vender.

Pelas redes sociais é um desafio vender, porque você precisa despertar um interesse nos usuários.

Mas é possível desde que você, vendedor, conheça bem o perfil do seu alvo e desenvolva peças de marketing que ele se identifique.

Investindo em canais de vendas

Sua empresa ainda não investe em nenhum dos canais de vendas mencionados? Faça sim um estudo de ambiente e comece a investir no melhor canal digital para você.

Boas vendas

Abraço!

 

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Vendas Diretas, Marketing Multinível e Pirâmide: saiba a diferença e pare de falar besteira

Tem muito vendedor ainda confundindo o que é venda direta e o que é marketing multinível e pirâmide.

Mas com certeza, isso deve ser um problema bem mais de conceito, porque todo mundo na vida, ao menos, uma vez, já presenciou essas formas de vender.

Mas vamos descomplicar.

Vendas Diretas

De acordo com a Associação Brasileira de Vendas Diretas, a ABEVD,  “a venda direta é um sistema de comercialização de bens de consumo e serviços baseado no contato pessoal entre vendedores e compradores, fora de um estabelecimento comercial fixo”.

Essas informações foram retiradas do próprio site da associação.

Elas indicam que é um tipo de venda olho a olho, não necessariamente dentro de uma loja ou empresa.

A associação ainda informa que, no Brasil, o mercado de vendas diretas é poderoso e famoso.

Temos  4,3 milhões de pessoas em sua força de vendas, gerando aproximadamente cerca de 8 mil empregos diretos.

É gente para caramba trabalhando nisso.

Ranking top

Há uns 5 anos atrás, no ano de 2013, a ABEVD ainda divulgou que as vendas diretas atingiram  US$ 14,6 bilhões em volume de negócios.

E isso deu ao nosso país a quarta posição no ranking da World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA).

Olha aí, as vendas verde e amarelas dominando o mundo.

Ficamos atrás apenas dos Estados Unidos, Japão e China.

Se você quer dados mais recentes, a ABVED ainda publicou que no primeiro semestre de 2017 – nem faz muito tempo hein – as vendas diretas movimentaram mais de 20 bilhões nesse período.

É um setor importante, vendedor, que só reforça o quanto vendas é um dos motores da nossa economia.

Marketing multinível

Já o marketing multinível é uma modalidade de vendas diretas.

Mas enquanto na VD o revendedor obtém os lucros em cima de suas próprias vendas, no marketing multinível o revendedor ganha participação dentro de um grupo.

Ou seja, não só no que ele vende, mas também em cima do que sua rede de revendedores vende.

Ela também se baseia no contato pessoal entre vendedor e cliente, sem precisar de uma loja ou empresa física para a venda acontecer.

Mas esse tipo de venda se preocupa em vender, atraindo para perto não só consumidores, mas outros vendedores também.

Isso a difere das vendas diretas.

O trabalho é maior, porque exige que você monte uma equipe de vendas.

E que se preocupe até mesmo com hierarquias que geralmente nas vendas diretas não tem obrigatoriamente.

Pirâmide

Essa forma de vender é um problema grande, vendedor, considerado em muitos países uma negociação ilegal.

Por isso, cuidado.

Na pirâmide os lucros ficam geralmente entre os idealizadores do negócio e não são distribuídos de maneira igualitária.

Promete-se muito dinheiro em troca do recrutamento de pessoas ou da venda de produtos ou serviços, mas esses produtos não existem muitas vezes.

Há ausência de produto físico.

Funciona assim: o indivíduo investe um único pagamento, com a promessa de que irá receber benefícios de outras pessoas, mas a continuidade do processo não acontece.

Segundo a ABEVD “a pirâmide também se caracteriza pela falta de treinamento para vendedores e ausência de continuidade nos processos”

A associação ainda divulga que “ao contrário da venda direta legítima, quando há pagamento de impostos e a recompensa é proporcional ao esforço de cada um, na pirâmide ganha mais quem está no topo da hierarquia”.

Ou seja, o dinheiro percorre a pirâmide, mas apenas os que estão no topo ganham. Claramente, um método desigual.

No Brasil,  a pirâmide é enquadrada como um crime à economia popular, descrito no inciso IX, art. 2º, da Lei 1.521/51. Fuja dessa e fique atento.

Muitas vezes, a pirâmide pode vir disfarçada de marketing multinível, por isso, cabe sempre averiguar e fazer pesquisas sobre o negócio antes de mergulhar de cabeça nele.

Vantagens e Desvantagens

As vendas diretas se destacam em diferentes produtos ou serviços.

  • Tem maquiagem
  • Tem comida fitness,
  • Tem álbum de formatura
  • Tem plano de saúde e um monte de outros produtos e serviços.

Tem também uma grande vantagem para os vendedores: eles podem definir seus horários e atender aos clientes nas ocasiões mais convenientes.

Além disso, o consumidor sai ganhando, pode ser atendido inclusive dentro da sua própria casa, sem abrir mão do conforto e sem precisar comprometer outras tarefas.

É também uma alternativa de emprego quando há renda disponível rolando na economia.

Isso faz com que as pessoas escolham comprar e consumir produtos de uma forma mais personalizada.

Segundo a ABEVD, as modalidades mais praticadas de venda direta são:

  • “Door to door” ou porta-a-porta: o revendedor vai até a residência ou local de trabalho do consumidor para demonstrar e vender os produtos;
  • Catálogo: o revendedor deixa o catálogo ou folheto na residência do consumidor e depois passa para retirar o pedido;
  • Party plan: o revendedor promove um chá na casa de uma consumidora para ela e suas amigas, em que demonstra e revende os produtos.

Nas Vendas Diretas geralmente o revendedor compra o produto e revende com um lucro de aproximadamente 30%.

Já no Marketing Multinível, o investimento inicial pode ser caro, além de demandar um trabalho maior pela criação de redes de vendedores.

Mas há um modelo escalonável de ganhos que aumenta os seus lucros.

Além de ser um modo de trabalho que se baseia na equivalência entre ganho e produtividade: ou seja, você ganha pelo seu esforço empregado.

No caso, da pirâmide não se considera vantagens, visto que é um crime enquadrado pela lei brasileira. Fique de olho sempre, vendedor.

E aí, esclareceu suas dúvidas?

Tá pronto para arrebentar de vender na sua modalidade sem falar besteira?

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Abraço e ótimas vendas

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