Vendas diretas: a volta por cima nas oscilações do setor

Vendas diretas: a volta por cima nas oscilações do setor

vendas diretas

As vendas diretas estavam entre as promessas de crescimento para 2017.

Mas o ano anterior, 2016, deixou um palco tão instável e cheio de rangidos para a chegada de 2017 que o setor passou por alguns altos e baixos.

No entanto, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas, a ABEVD o setor de vendas diretas é muito importante para a complementação de renda dos brasileiros.

E ele mantem a saúde financeira de muitas famílias.

Para quem ainda tem dúvidas, vendas diretas são estabelecidas pelo contato entre vendedor e cliente não necessariamente em um ambiente comercial fixo.

O setor ficou conhecido ainda como as vendas de porta em porta.

O legado de 2016 para as vendas diretas

Ao abrir as cortinas para o novo ciclo que começava lá em janeiro, não deu outra:

  • poeira para todo lado
  • e vistas embaçadas ao observar uma economia que acumulava quase 12 milhões de brasileiros desempregados, segundo dados do IBGE.

Mas mesmo assim, o setor de vendas diretas estava sendo apontado por algumas consultorias financeiras como um setor de expansão.

E seria ele o responsável por estimular mais e mais negócios e empregar mais e mais pessoas.

De fato, o setor de vendas diretas gera um número alto de empregos.

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas, a (ABEVD) levantou que esse mercado reúne mais de 4 milhões de pessoas e tem capacidade de empregar 8 mil empregos diretos.

Mas estimativas em setembro desse ano, mostraram que as previsões de um belo espetáculo pelo setor de vendas diretas não foi apresentado.

Performance de vendas diretas

A performance do setor trouxe preocupação.

De acordo ainda com a ABEVD no primeiro semestre de 2017, o segmento de vendas diretas movimentou R$20,9 bilhões no período.

Algo que representou um volume de negócios 2,73% menor que o registrado nos primeiros seis meses do ano 2016.

Há um ano atrás nossos números batiam R$ 21,5 bilhões no mesmo período.

Isso significa que tivemos uma retração.

E que o discurso “estamos indo bem” mais uma vez prevalece sobre a realidade que se configura no ramo das vendas.

Mas ele não é de todo verdadeiro.

O que quero dizer, amigo vendedor, é que alguns discursos acabam por camuflar a performance das vendas e isso não é bom para o vendedor que está no mercado e, sobretudo, para aqueles que estão em busca de oportunidade neste segmento.

Continuemos com mais algumas estimativas:

A ABVED ainda divulgou que a retração também se associa ao número de revendedores.

Houve uma redução de 1,8% no total de revendedores do setor de vendas diretas em 2017.

Algo que justificativa ainda mais a importância do vendedor que começa ou não no mundo das vendas se informar cada vez mais sobre estatísticas do setor.

  • Por que será que houve essa retração?
  • Muitos desistiram diante das dificuldades?
  • Se surpreenderam com o mercado?
  • Tiveram uma ideia melhor?
  • Encontraram chances mais efetivas?

Não sabemos, mas essa busca por informação deve ser constante.

Mas não houve melhorias nas vendas diretas?

Houve. Mas a situação ao longo desse ano ainda continua com certa cautela.

A boa notícia é que o setor de vendas diretas é adaptável com facilidade e há baixo risco.

Entre alguns produtos que fazem parte desse setor, estão os produtos cosméticos de marcas como Avon, Natura e Mary Kay.

E os lucros podem chegar ainda a 100% para quem trabalha com revenda.

Por isso, pesquise, se informe, procure atualização.

Fique de olho vendedor, busque por informações e não se iluda por discursos de crescimento muito óbvios.

Eles geralmente não permeiam órgãos oficiais e instituições reconhecidas no mundo das vendas diretas.

Mas a sua intenção deve ser sempre: crescer e melhorar.

Ótimas vendas e sucesso

 

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Black Friday: vender durante uma sexta é fácil mas e depois?

Black Friday

A Black Friday está quase aí.

Um dia único de promoções incríveis, muitas delas inéditas, e que fazem os consumidores saírem à caça de seus produtos a preços mínimos.

No ano de 2016, segundo o Ebit, empresa que monitora e mensura dados sobre o e-commerce brasileiro, foram R$1,9 bilhão de vendas no varejo online.

Isso correspondeu a uma alta de 17% das vendas online em relação a BF de 2015.

Foram ainda 2,23 milhões de pedidos dentro de 24 horas, embora o Ebit esperasse uma arrecadação maior com as vendas.

Mas mesmo assim, percebe-se que com a alta procura, talvez não seja difícil aumentar as vendas em um dia especial para o mundo do comércio assim.

De onde vem a Black Friday

A Black Friday vem de uma tradição norte americana. A data foi estabelecida no dia seguinte ao feriado de Ação de Graças nos EUA.

O termo Black Friday, segundo as versões mais conhecidas sobre seu surgimento teria vindo de policiais norte americanos.

Ao observarem o fluxo intenso de carros voltando do feriado de Ações de Graças, nomearam a sexta feira como “sexta feira negra”.

Pois os congestionamentos aumentavam e, eles, portanto, trabalhavam mais.

Contudo, o vai e vem de carros favoreciam os lojistas que, vendo mais pessoas nas ruas, queriam vender muito mais.

Coincidentemente, a última sexta feira de novembro também abre as portas para as compras típicas de uma das datas de alto consumo no ano: o natal.

Por isso, as proporções da Black Friday caíram no gosto de outros países do mundo, inclusive o Brasil.

Black Friday

Vendas com a Black Friday

Segundo levantamento do Google, em 2017, são esperados R$ 2,2 bilhões em vendas pela internet.

O índice de intenção de compra na Black Friday permanece estável em relação a 2016.

Eletrônicos e eletrodomésticos ainda são os favoritos para as compras.

Apesar da maioria dos entrevistados preferirem o meio online para compra, 34% das pessoas entrevistadas pelo Google querem se dirigir às lojas físicas.

34% das pessoas entrevistadas pelo Google querem se dirigir às lojas físicas.

A seguir veja outros índices divulgados pela pesquisa.

Black Friday

 

Assim se configurou a Black Friday, como a última sexta feira do mês de novembro em que vendedores do mundo inteiro se preparam para vender de forma surpreendente, de uma maneira a ser destaque no ano.

Enquanto isso, consumidores apertam o passo em direção às suas lojas favoritas para adquirem produtos com super ofertas.

Mas vender na Black Friday basta?

E depois da Black Friday?

Apesar dos índices indicarem que um dia único pode trazer bons resultados para vendedores e empresas a Black Friday tem que ser vista como oportunidade.

E as vendas dessa única sexta-feira tem que ser vista como forma de criar compromisso com os clientes.

Quanto mais o vendedor se compromete com o cliente, melhor as suas vendas futuras também.

Custumo usar uma técnica que chama “Se eu, você”. 

Essa uma frase que estabelece um compromisso com o cliente, para que ele feche a venda com você.

E, acima de tudo, pense que outros negócios podem ser feitos a partir dali.

A Black Friday traz inúmeras promoções e muitas vão ao encontro do que os clientes buscam.

Mas é importante, você vendedor, estar atento como pode estreitar ainda mais os laços com seus clientes em uma data assim.

Exemplo de “Se eu Você” na Black Friday e sempre

black friday

Trata-se de fazer de um dia em que o mundo das vendas está a todo vapor a sua porta de entrada para outras tantas vendas que sucedem essa época.

O parcelamento é um exemplo de “Se eu você”.

Às vezes, o cliente quer o produto parcelado em mais vezes, por que não, usar o Se eu você nessa busca

– Não parcela em 4x?

Se eu parcelar em 4 vezes, você fecha comigo?

Afinal, vendedor bom, bate meta na Black Friday, mas gosta mesmo é de fazer vendas extraordinárias o ano inteiro.

Ótimas vendas e boa Black Friday para vocês!

 

 

 

 

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Inbound Marketing em vendas, funciona mesmo no seu negócio?

inbound marketing
  • O Inbound Marketing tem conquistado cada vez mais espaço no departamento de vendas das empresas.

Para quem ainda não conhece a definição desse método que ficou conhecido como marketing de atração que compreende as formas de ganhar a atenção de clientes alinhando marketing e vendas.

Tudo isso para que o próprio público vá atrás das informações, serviços ou produtos a partir de estímulos de marketing.

Esqueça aquelas estratégias insistentes que chegam a ser chamadas de “chatas” e “evasivas” para os clientes.

Com o Inbound Marketing o objetivo é criar conteúdo de qualidade pensando em um determinado grupo de pessoas.

Pessoas que possam, além de consumir essas informações, compartilhá-las e disseminá-las pelas mídias digitais.

Você consegue aumentar o reconhecimento da sua empresa, influenciar na escolha pela sua marca no futuro e engajar o público com o que vende.

Além disso, algo muito importante é a geração de leads economizando tempo e dinheiro para o Inbound Marketing. 

Quer ver só?

 

Números comprovam importância do Inbound Marketing

Essa forma que auxilia nas vendas de uma empresa tem representado um meio confiável na captação de leads qualificados.

Segundo relatório do HubSpot divulgado em 2016 sobre o Inbound Marketing na região da América Latina, a área de vendas teve um bom desempenho e performance naquelas empresas que aplicavam o inbound.

Foram entrevistadas 1800 pessoas e 75% delas afirmaram que o Inbound Marketing era a principal estratégia de vendas.

Além disso, o relatório State of Inbound 2017 apresentou que 66% dos profissionais de marketing afirmam que seu principal desafio é gerar tráfego e leads. 

Ao mesmo tempo, 60% dos profissionais acreditam que a estratégia de Inbound Marketing é eficaz, de acordo com dados do relatório.

No relatório, há também um indicativo que estamos vivendo na “Era do consumidor” e que, por isso, a prospecção estaria ficando mais difícil.

O relatório aponta que os vendedores devem observar o que os seus clientes compram, além de verificar o comportamento deles em relação aos meios que usam:

  • onde os clientes estariam buscando os produtos?

  • que mídias digitais estão usando mais para pesquisas?

  • os dispositivos móveis têm sido usados com que frequência?

Pilares do Inbound Marketing

Afinal, como essa estratégia funciona na prática?

Ela é sustentada por alguns pilares que precisam ser postos em ação – de preferência em conjunto – para que seu objetivo principal seja atingido.

O Inbound Marketing pretende atrair tráfego, converter visitantes em leads, depois fidelizar essas pessoas.

Além de atrair a atenção delas para conteúdos que as façam comprar e compartilhar o que veem e adquirem.

O corpo do inbound marketing é definido por;

Atração

Esse é o momento de encontrar as pessoas certas para o seu negócio, chamadas também de buyer personas no  Inbound Marketing.

Para atraí-las, é preciso criar um conteúdo que dialogue com os objetivos delas.

E, geralmente, esse conteúdo se hospeda primeiramente em um blog.

Em seguida, passa pelas mídias digitais, onde o conteúdo será compartilhado e atingirá mais e mais pessoas.

Há também o mecanismo SEO.

Tratas-se de uma otimização para motores de busca estruturada no conteúdo produzido para que as pessoas encontrem seu produto ou serviço com mais rapidez.

É recomendado que o conteúdo do Inbound Marketing se estabeleça em uma plataforma onde possa ser consultado sempre, como um site oficial.

Conversão

Nessa fase é preciso utilizar iscas para prender a atenção das possíveis buyers personas.

Isso é feito por meio de call to action, lading pages, formulários com dados e contatos.

Esses últimos são, em síntese, uma lista que armazena os dados cedidos pelos visitantes do seu conteúdo.

Fechamento

É nessa etapa que os visitantes se tornam clientes ao receber propostas de compra do que você promove.

Aqui são utilizados e-mail marketing e automações que estejam presentes na vida e cotidiano dos seus clientes.

Fidelização no Inbound Marketing 

Utilizando de meios que estreitam os elos entre cliente e marca, nessa etapa é dada uma atenção ainda mais especial para o cliente.

Aqui se prova que ele é essencial para o bom desempenho da marca. 

Através da personalização reforça também a relevância dele continuar envolvido e engajado com o propósito

  • da marca
  • empresa
  • e, claro, da sua venda, vendedor.

Se você ainda não aderiu a essa forma de vender e sua empresa tem representatividade relevante:

pense nisso!

Espero que o conteúdo aqui possa ser um pontapé inicial para o sucesso nos seus planos de vendas… e marketing.

Abraço e ótimas vendas

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Conteúdo, o maior aliado das vendas

conteúdo

Ter conteúdo. Não ter produtos. O que isso quer dizer?

Vamos entender, amigo vendedor.

Muito se fala sobre as estratégias de venda de produtos e sobre a performance que todo vendedor precisa ter para convencer o cliente sobre o que vende.

Mas vocês já pararam para pensar na influência do conteúdo nas vendas de uma empresa?

E neste caso, não se trata só do conteúdo do vendedor e de sua postura na abordagem, mas sim do conteúdo enquanto próprio produto.

Eu explico com uma reflexão breve.

Já parou para pensar que empresas gigantes atualmente não estão vendendo produtos?

Quer ver só:

Nada de produtos, tudo por conteúdo

  • 1. Você de uns tempos para cá, adora tirar fotos.

Adora abusar de filtros e de efeitos que deixam seus cliques mais bonitos. Você faz uso dos serviços da maior empresa fotográfica do mundo. E ela não vende uma câmera sequer. Refiro-me ao Instagram.

  • 2. Seu voo atrasou.

Seu desembarque foi ainda mais demorado e justo naquele dia é aniversário da sua sogra.

Você precisa ser ágil e resolve optar pelos serviços de uma das maiores empresas de taxi do mundo que – na verdade – não dispõe de um veículo ao menos. Estou falando da Uber.

  • 3. E quando chega aquelas férias da empresa?

Tão esperadas e planejadas e você resolve procurar um hotel legal para curtir aquela viagem aguardada por meses.

Você logo opta pelos serviços de uma das empresas que não é proprietárias de imoveis. To falando do Airbnb.

  • 4. E depois de tudo isso, sobra um tempinho para filme e séries.

E você não pensa duas vezes em escolher os serviços daquela companhia que não precisa de nenhum cabo ou antena própria para te manter mergulhado na programação que propõe: estou falando da Netflix.

O que mudou na produção de conteúdo?

Hoje a conexão entre produto e vendas foi alterada. Embora ela ainda exista, todas essas empresas tem vendido conteúdo.

Elas comercializam conceitos que se ajustam às necessidades dos consumidores, sem precisar produzir em larga escala, produtos físicos que estão relacionados ao seu universo.

E isso mostra o quanto a estratégia do conteúdo é fundamental para o sucesso em vendas, simplesmente por construir audiência, preferência e credibilidade de uma forma inovadora.

Pensar no conteúdo como produto pode fazer com que o seu negocio decole, desde que você entenda como essa mudança ocorreu nos seus compradores, afinal o mindset deles não é como anos atrás. É preciso ser analítico e verificar:

  • o comportamento do seu cliente em relação as formas de consumir conteúdo
  • a experiência que ele já teve ao consumir serviços assim
  • se será executada uma experiência de compra que ele possa confiar

É preciso sempre estudar seu público, vendedor e verificar se o que você oferece é adequado ao seu público ou não.

Deixe nos comentários suas experiências com relação ao conteúdo como produto.

Sucesso e ótimas vendas

 

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Ganhe uma comissão maior do que qualquer vendedor da sua empresa

Você achou esse título interessante? Pois é, quando eu escutei isso também fiquei muito curioso e me fiz a mesma pergunta que você deve estar se fazendo… COMO?

Antes de eu te contar como isso acontece, quero lhe contar como cheguei a esse vendedor.

A algumas semanas estive nos EUA e lá pude entrevistar vários vendedores e gestores de vendas.

Um deles, um brasileiro chamado Bruno, gerente de uma loja da Sprint (uma das maiores empresas de telefonia móvel dos EUA).

Ele havia voltado de um encontro de vendas de East Coast (costa leste dos EUA).

Lá ele havia encontrado um vendedor que havia feito incríveis US$ 25.000 em comissão, quase R$ 85.000 em um único mês… vendendo planos de celular!!!

O mais impressionante é que uma boa comissão para os vendedores desse segmento é em torno de US$ 4.000 dólares.

Muito curioso, perguntei ao Bruno se o rapaz de Nova York contou o que ele fazia para vender tanto.

Ele me respondeu com uma frase: “Thiago, ele não quer vender pra todo mundo, ele quer vender pra quem dá lucro. Ele divide as atividades dele em 4 partes”:

Tem horário para prospectar:

Apesar de trabalhar em um segmento de vendas receptiva, onde o cliente vai até ele, ele separa TODOS OS DIAS, 2 horas por dia para agendar e visitar novos clientes nas empresas.

Naquele horário que ele selecionou, ele não faz nada mais. Não atende telefone, não atende na loja, ele só agenda e visita. Ele não deixa para o final do mês.

Ele não espera ver se vai bater a meta pra depois sair para prospectar. Ele faz isso todos os dias!

O mais interessante é que ele não pega uma lista e liga. Ele só separa as empresas que tem potencial de 35 linhas para cima! Ele quer vender pra quem dá MUITO lucro.

Horário de vendas internas e parte administrativa:

Ele não quer perder vendas e sabe que as visitas de clientes na loja tem um potencial grande, pois já vão com interesse!

Ao mesmo tempo que o trabalho de preenchimento de CRM é indispensável para sua avaliação e consequentemente para seus ganhos, pois estar em dia com sua parte administrativa, é um dos indicadores para uma bonificação maior.

Por isso ele tem seus horário de atendimento na loja que fazem parte do seu ganho base.

Horário para visitas externas:

Ele disse ao Bruno que precisa visitar pelo menos 5 empresas por semana.

Ele disse que esse número é com base nos dias de segunda á sexta, pois de sábado a loja tem um movimento muito intenso e tem muitas empresas que não abrem de sábado.

1 visita por dia! Se ele não consegue na segunda-feira, ele sabe que algum dia da semana ele tem que visitar duas empresas. Mas não termina a semana sem que tenha visitado 5 empresas!

Tem um propósito:

Quando esse vendedor disse seus números, a maioria dos outros vendedores disseram: “uhuuu, agora você vai poder tirar umas férias em Bahamas ou no Hawai!”.

Ele disse que que adora praia, mas o seu objetivo maior era se tornar gerente de distrito. Um dos maiores cargos comerciais na empresa.

Eu fiquei muito feliz em escutar esse case de sucesso. Essa história vai ao encontro do que defendo a muito tempo. Vendedor bom gosta de dinheiro, desafio e propósito.

Esse grande vendedor mostrou também o poder do planejamento em vendas. Trabalhar duro é importante, mas se você não sabe pra onde vai, qualquer vento serve.

Muitos vendedores acham que trabalhar com agenda e tempo para fazer as coisas “engessam” o trabalho deles. Gestão das atividades, preparação antes de sair pra vender, foco em quem dá lucro… tudo isso é LIBERTADOR!

Trabalhar com afinco é importante, mas tão importante quanto trabalhar muito é saber o que faz!

Dwight David Eisenhower, general 5 estrelas do exército Americano e presidente dos EUA disse sobre planejamento:

“Antes de sair para a batalha, planejamento é tudo. Depois que o tiroteio começa, planejar é inútil!”

Sucesso, boas vendas e vamos levar a frente nosso movimento #OrgulhoDeSerVendedor.

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Vendas no Brasil dá dinheiro?

O mercado de vendas no Brasil é estratégico, afinal?

Essa é uma pergunta muito comum entre os vendedores, pois ao escolher trabalhar com vendas, todos querem saber se realmente podem fazer dessa profissão seu presente e seu futuro.

E ainda questionam-se se com a profissão de vendas é possível alcançar um patamar que viabilize a realização de todos os seus sonhos. Vamos lá.

Como saber, afinal, se vendas é o caminho que vale a pena ser seguido no nosso país?

Para ajudar a responder essa questão sobre o mercado de vendas, vale apontar alguns índices que descrevem a relação entre vendas e o cenário brasileiro.

vendas no Brasil

Vendas cresce no Brasil?

De acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas, a ABEVD, a World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA) divulgou um ranking com os 10 mercados globais de vendas diretas em 2016, e o Brasil está na sexta posição.

O mercado brasileiro possui 5% do segmento de vendas diretas mundial e continua sendo o maior mercado da América Latina.

Além de figurar posições estratégicas, há outras ramos de vendas no Brasil que continuam crescendo como é o caso do e-commerce brasileiro.

Segundo pesquisa divulgada pelo PayPal o e-commerce no Brasil está amadurecendo e cresceu 9,23%.

Representa também 14,77% do total de lojas virtuais.

A expansão foi tanta que as vendas por e-commerce sairam de 3,54% para 5,46%, “o que equivale, atualmente, a 600 mil lojas online no país”, como reforça dados do PayPal.

Em 2016, eram 547 mil; Em 2015, 450 mil; Em 2014, 360 mil.

Ou seja, crescemos.

É importante lembrar que o crescimento de campos de atuação para vendas não subtrai um campo já existente, por isso, ver o e-commerce crescer não significa que outras formas de vendas irão ser suprimidas.

Dados do Marketing Sebrae contam que é um mito pensar que a internet vai por um fim nas vendas porta a porta, pois a humanização envolvida no processo de abordar um cliente ainda prevalece. Vendas diretas são responsáveis:

  1. Por um atendimento personalizado que dialoga com o cliente com a oportunidade de trocar informações de forma clara e direta.

  2. Criar um vínculo entre cliente e vendedor que pode ser cultivado em inúmeras outras vendas com aquele mesmo cliente – que pode fidelizar com você, vendedor

  3. Por incrementar o valor do produto ou serviço por meio das relações entre as pessoas.

    vendas no Brasil

Gerando empregos com vendas no Brasil

Em nota do Governo Federal, o setor de comércio e serviços é o responsável por mais gerar empregos no Brasil. E o ramo de vendas muito se enquadra nesse setor.

Ele ajuda a estabelecer competitividade e gera empregos qualificados, sendo propulsor de mais da metade do Produto Interno Bruto responsável também “pela maioria da geração dos empregos formais, segundo o IBGE”, aponta nota.

Quer mais? Neste ano, o Sebrae divulgou as tendências de negócios para se investir em 2017. Claro que todas incluem o ramo das vendas, não é? Confira a seguir quais são eles:

1. Negócios Digitais

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A  primeira tendência contempla justamente o e-commerce que tanto mencionamos até aqui. O comércio eletrônico cresce, mas caso você, vendedor esteja interessado em uma consultoria online, também é possível.

Esse tipo de negócio não requer muito dinheiro e você ainda pode trabalhar de casa, gerenciando suas vendas e lucrando com isso.

2. Franquias

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Com as franquias, você pode trabalhar em nome de marcas já consolidadas e articular o conceito que elas vendem.

Os quiosques entram para os tipos de negócio que são tendências em diferentes segmentos de venda e consumo de produtos, como  beleza, artigos esportivos, alimentação ou bebidas.

3. Alimentação Saudável

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Comida não deixa de ser vendida nunca. É um mercado atrativo e que representa bons resultados e retorno devido a preocupação e conscientização das pessoas em se preocupar com saúde e com o seu corpo.

4. Beleza e Cosméticos

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Esse setor além e reunir diferentes serviços, é procurado por todas as pessoas em diferentes faixas etárias e tem sido a porta de entrada para grandes negócios de venda de serviços.

5. Customização

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Customizar ou personalizar algo está tão em alta por validar a autenticidade de quem cria e de quem usa. É um negócio que exige vender bem e está no topo das tendências.

6. Consertos automotivos

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O Sebrae apontou que consertos automotivos também são tendência.

E que é um ramo propício para vendas de serviços, já que em cenários de crise, o brasileiro procurar reparar mais do que comprar, mas isso implica também, consumir e vender.

Bom, vendedor, agora que você já tem uma noção sobre o mercado das vendas no Brasil, não tem porque não continuar seguindo por este caminho.

Ele está incorporado a grandes setores que movimentam a economia e dá ao Brasil posições de prosperidade e crescimento.

Agora, quer saber como fazer o seu departamento de vendas ser mais atrativo? Veja aqui.

#OrgulhodeSerVendedor

Abraço

Sucesso e ótimas vendas

 

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O dia mais especial do ano: Hoje é o nosso dia, dia do Vendedor!

Chegou o dia mais importante do ano para nós: o dia do vendedor!

E começo esse texto em homenagem a nós com um questionamento de algo que me pergunto há muito tempo: VENDAS É REALMENTE UMA PROFISSÃO?

Às vezes, eu acho que não, que vendedor não é uma profissão.

Afinal, ninguém se prepara pra ser vendedor, porque vendedor se tornou uma atividade de ocasião.
Tá apertado? Vira vendedor.
Tentou de tudo na vida e não deu certo? Vira vendedor.
Não tem expectativa de oportunidades? Vira vendedor.

É uma pena. Mas aí eu lembro que ser vendedor, é fazer parte de uma profissão que paga o salário de todo o mundo dentro da empresa. Por que considerar, então, uma profissão de OCASIÃO?

Não existe profissão que mais bem paga no mundo a não ser a de vendedor, afinal, as pessoas mais ricas do mundo trabalham com VENDAS.

Me mostre um vendedor que se preparou do mesmo jeito que um médico e eu lhe mostrarei um milionário!

Todo mundo sonha em ser algo. Todo mundo quer ter uma profissão.

Quando você pergunta a uma criança o que ela quer ser, ela diz: Eu quero ser médico, engenheiro, astronauta, entre outras profissões. Mas nenhuma criança diz, quero ser vendedor.

Isso é, mais uma vez, uma pena. Quer saber o porquê? Vamos lá:

O médico faz medicina

O engenheiro faz engenharia

E o vendedor? O que faz o vendedor?

O médico estuda pra salvar vidas.

O engenheiro estuda para facilitar a vida

E o vendedor? Para que estuda o vendedor?

O médico faz cirurgias

O engenheiro faz cálculos

E o vendedor? Que prática ele faz?

Eu te digo:
O vendedor não salva vidas como o médico, mas opera cirúrgicas e delicadas negociações.

O vendedor não constrói prédios como o engenheiro, mas constrói pontes entre a empresa e seus clientes.

O vendedor não apaga o fogo de um grande museu, mas apaga incêndios de empresas históricas com suas propostas de vendas que trazem soluções.

Ser vendedor na verdade é ser várias profissões. Psicólogo, matemático, chefe de cozinha, pescador, jogador de baralho, atleta e até mágico, afinal de contas que vendedor nunca escutou de um cliente ou do seu gerente: “Se vira, dá um jeito, faz uma mágica!”.

Ser vendedor é ser também um artista e interpretar vários personagens e ter inclusive vários títulos:

Gestor de contas
Key account
Gestor de negócios ou
Consultor de negócios

Mas no fundo, tudo isso quer dizer VENDEDOR. Ven-de-dor.

Muita gente fala que no mundo inteiro, as pessoas têm um pouco do “ser vendedor”.
Claro que tem. Você tem que vender uma ideia para seu chefe, para seus filhos, para a sua esposa e para o seu marido todos os dias. Até para namorar você teve que se vender!

A verdade é que vendas está presente em todos os lugares, em todas as pessoas. Inerente ao funcionamento do mundo nos dias de hoje.

Tudo que você está vestindo, calçando ou usando passou antes pela mão de um vendedor. Tudo o que você enxerga ou toca a sua volta passou antes, pela mão de um VEN-DE-DOR!

E acha que é fácil? Não é não!

Para ser vendedor, você precisa ser muito louco.

Refiro-me a um louco corajoso, disposto.

Como explicar pra alguém que não é vendedor os motivos de ficar esperando 2 a 3 horas esperando por alguém para vender um produto?

Como dizer para alguém que você precisa prospectar, ligar, apresentar, negociar, fechar venda e fazer pós venda? Tudo isso contra mais 5,10, 15 concorrentes sendo que você tem apenas 30 dias para isso?

E como explicar que depois de vencer tudo isso – de um dia para o outro – do dia 30 para o dia PRIMEIRO, vai começar tudo de novo?

Pois é. Ser vendedor é ser um administrador de emoções. É sorrir apesar de tudo, já que seus clientes não querem saber da sua essência ou dos seus problemas.

Ser vendedor, é sorrir para o último cliente do dia, apesar do dia ter sido um horror.
É sorrir para o cliente apesar do mês estar muito fraco.
É sorrir para o cliente apesar dele dizer a todo momento “está muito caro”
É sorrir para o cliente quando seu filho te pede antes de sair de casa: “papai, mamãe, fica hoje, não vai não!”
É sorrir, mesmo vendo o seu filho entrar na mala com os olhos cheios de lágrimas dizendo que não vai deixar você viajar, porque ele vai morrer de saudade de você!
É sorrir para o cliente, apesar de você estar a quilômetros de distância daquilo que mais te faz sorrir – a sua família.

Ser vendedor cansa meu amigo. Ser vendedor às vezes dói.

A dor faz parte da profissão de vendedor!

Dói sair cedo da cama.
Dói esperar tanto tempo para ser atendido
Dói apresentar 30 vezes pra vender 2
Dói deixar a família pra correr atrás dos seus sonhos e lutar por uma vida melhor!

Se você é vendedor e leu tudo até aqui, ainda te digo que vai doer muito mais nos outros tudo o que você conquistar pela sua persistência, preparação, resiliência e pela sua força de vontade!

Ser vendedor realmente não é uma profissão, não.
Seria muito simplório e faltariam palavras pra definir a profissão de vendedor. Mais do que uma profissão, vender é deixar um legado, vender é uma MISSÃO!

Tenha orgulho de ser vendedor e faça da sua missão o espelho do que há de melhor em você!

Vendas é a profissão que move o mundo e as empresas!

#OrgulhodeSerVendedor

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Vendedor bonzinho, não vende

E aí meu parceiro vendedor, tudo bem?

Quando comecei a organizar este artigo, pensei em escrever sobre as inúmeras técnicas de vendas que me são solicitadas todos os dias por e-mail ou pelo Facebook, mas, apesar de ser um estudioso e amante das técnicas de vendas, resolvi escolher o tema baseando-se em uma frase que uso nas minhas palestras:

Vendedor bonzinho, não vende!

É impressionante o tamanho da passividade da maioria dos vendedores diante das inúmeras desculpas e da natural desconfiança dos clientes.

Meu irmão, se você está recebendo alguém na sua loja/na sua empresa, a sua taxa de conversão tem que ser altíssima. Se você visita alguém que tem perfil e disponibilidade financeira para comprar, a sua taxa de conversão tem que ser altíssima!

Se você fecha poucas vendas, você deve ficar revoltado.  E esse sentimento deve ser com você, e não com o cliente!

Se você aceitar todas as desculpas que os clientes têm para não comprar, você está perdido!

Tem vendedor que entra na “pilha” do cliente. O cliente diz: “nossa, esse orçamento está caro” e o vendedor bonzinho diz: “nossa, está caro mesmo, eu já falei para o meu chefe que tem que ter um desconto, etc., etc., etc.”.

O cliente quer comprar, ele só precisa de uma “ajuda” sua. Só saia da reunião com seu cliente com a certeza de que não existe mais nenhuma possibilidade de venda, e mesmo assim, você ainda pode sair de lá com algo: UM APRENDIZADO!

“Não consegui fechar negócio, e agora?”

Se você utilizou todas as técnicas e argumentos e ainda assim não deu para vender, feche a sua pasta, guarde sua caneta e calculadora e diga:

“Senhor Carlos, agora que não estamos mais negociando, me diga onde eu errei, qual foi o motivo de o senhor não ter comprado de mim?”

No mínimo, você vai identificar seus erros – para não errar mais. Outra coisa que pode acontecer é ele falar o real motivo e vocês voltarem a negociar dessa maneira:

“Compreendo, senhor Carlos. Agora sei por que o senhor não comprou de mim. Deixe-me fazer uma pergunta: se, juntos, encontrarmos uma solução para esse problema, e que seja boa para senhor, o senhor repensaria a possibilidade de fazermos negócio?”

Não se esqueça, ESGOTE (de maneira correta e educada) todas as chances do seu cliente comprar de você. Seu tempo vale muito dinheiro. Se você já está atendendo, não perca essa oportunidade!

Você pode me dizer: Thiago, mas se eu forçar muito o meu cliente pode não gostar mais de mim. Ele pode “espanar” e não querer mais me ver.

Meu amigo, para essa sua dúvida eu lhe entrego mais uma:

“Como você quer ser visto pelo seu cliente? Como bonzinho ou como competente?”

Sucesso, um forte abraço e boas vendas!

Fonte: Texto publicado no Vendas mais em https://goo.gl/tM9wPW

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O que aprender com uma piada de vendedor

Olá, amigo vendedor (a)

Quem nunca foi alvo de uma piadinha de vendedor na família, entre os amigos e até mesmo na própria equipe de vendas?

Não é muito difícil encontrar anedotas sobre vendedores por aí: nos grupos de WhatsApp, nas rodas de conversa ou no buscador do Google. Entre as muitas que existem, encontrei essa, simples, direta e reta:

“Em uma certa ocasião chegou um cliente na porta da loja com duas sacolas. O vendedor ao cumprimentá-lo diz:
– Posso ajudá-lo?
O cliente responde:
– Nem estão tão pesadas”

Alguns vão rir, outros nem vão encontrar tanta graça assim, mas você sabe qual o maior problema em uma situação como a da piada? Pois eu te digo: ABORDAGEM.

Uma boa abordagem tem que ter diálogo, tem que chamar a atenção do cliente em algumas etapas.

1) Não comece abordando o cliente com o “posso ajudar?”
2) Use novas abordagens como ” bom dia, você já é cliente da loja?

Nunca comece abordando um cliente como na piada.

Sua venda só se distanciará de você. Crie um DIÁLOGO DE VENDAS de acordo com seu produto e se permita rir da alegria do seu fechamento e não do seu erro com uma velha abordagem.

Não seja um vendedor bonzinho!

Sucesso e ótimas vendas

Thiago Concer

Imagem: Reprodução

Thiago Concer é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil por dois anos consecutivos: 2015 e 2016. É Bacharel em Relações Públicas com estudos em Comunicação pela Universidade de Salamanca, na Espanha. Possui estudos pela Academia Européia de Negócios em Madri (Espanha), extensão em Formação Executiva em Marketing de Varejo, extensão em Gestão de Vendas e é Pós-Graduado em Gestão de Comunicação e Marketing pela USP/ São Paulo. Foi vendedor porta a porta, gerente de marketing e gerente comercial, aliada à habilidade de comunicação única e estudos aprofundados em técnicas e comportamento dos vendedores, transformam seus cursos e palestras em um dos mais requisitados do Brasil. Indicado para equipes comerciais e gestores de venda! É o palestrante de VENDAS que vai te ajudar a melhorar seu negócio.

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Neymar no PSG: o que isso tem a ver com suas vendas?

Fala amigo vendedor e amiga vendedora,

Neymar vai ou Neymar fica? Essa tem sido uma questão do futebol mundial nos últimos dias que tem repercutido bastante na mídia esportiva.

Isso porque um dos maiores craques do futebol, o nosso grande Neymar Jr. recebeu uma super proposta do clube parisiense Paris Saint-Germain para integrar o time ao lado dos brasileiros Daniel Alves, Lucas Rodrigues e Gustavo Hebling.

O PSG está disposto a pagar a multa rescisória do contrato entre Neymar e o Barcelona, atual time do craque,  no valor de 222 milhões de euros (mais de 810 milhões de reais).

Além disso, Neymar receberá um salário de 2,5 milhões de euros por mês que, em reais, equivale a aproximadamente a 10 milhões caindo na conta do jovem jogador de 25 anos.

A maior contratação em termos financeiros que o futebol já viu.

Uma pergunta para você, vendedor:

O que te faria trocar de empresa ou do time de vendas?

Como eu sempre falo, vendedor bom, não fica e empresa ruim e cabe aos gestores sempre averiguarem as oportunidades de aperfeiçoar sua equipe para que não perca verdadeiros craques que arrebentam de vender.

Lembrem-se: as pessoas fazem as coisas pelos motivos delas e não pelos seus motivos.

Então, esqueça a premissa de que é possível motivar alguém. Mas é possível criar um ambiente motivacional. O que eu quero saber de você, vendedor, são os SEUS MOTIVOS nesse ambiente motivacional.

Conta para mim 3 motivos que te fariam trocar de empresa ou de equipe de vendas!

Sucesso e ótimas vendas

Thiago Concer

 

Thiago Concer é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil por dois anos consecutivos: 2015 e 2016. É Bacharel em Relações Públicas com estudos em Comunicação pela Universidade de Salamanca, na Espanha. Possui estudos pela Academia Européia de Negócios em Madri (Espanha), extensão em Formação Executiva em Marketing de Varejo, extensão em Gestão de Vendas e é Pós-Graduado em Gestão de Comunicação e Marketing pela USP/ São Paulo. Foi vendedor porta a porta, gerente de marketing e gerente comercial, aliada à habilidade de comunicação única e estudos aprofundados em técnicas e comportamento dos vendedores, transformam seus cursos e palestras em um dos mais requisitados do Brasil. Indicado para equipes comerciais e gestores de venda! É o palestrante de VENDAS que vai te ajudar a melhorar seu negócio.

 

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