O Facebook tem sido destacado pela mídia mundial.

Isso aconteceu depois que foi divulgado que a rede de Mark Zuckerberg teve dados dados de seus usuários que deveriam ser mantidos em sigilo compartilhados indevidamente com a consultoria britânica Cambridge Analytica.

Foram dados expostos de  87 milhões de usuários, entre eles estão aproximadamente 443 mil são brasileiros.

E essa situação tem repercutido como a maior crise que o Facebook já passou.

De acordo com informações do jornal El País, a empresa deixou mais de 50 bilhões de dólares na semana em que o assunto veio a tona.

O valor, segundo o jornal, equivale ao total da capitalização da fábrica de veículos Ford Motors ou da companhia aérea Delta.

E muitas críticas foram lançadas a rede, despertando a desconfiança de investidores nas ações da empresa e nos próprios usuários.

Facebook, uma comparação é possível

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Esse caso do Facebook tem suas particularidades que merecem ser apuradas devidamente.

Mas ao observarmos o contexto, é possível afirmar que a empresa passa por uma situação de anormalidade e tensão.

E, por isso se assemelha a realidade de tantas empresas de vendas.

Pois de repente observam que seus produtos ou serviços estão sendo questionados por clientes e investidores.

No entanto, o que se percebe é que a maioria das empresas nunca está preparada para lidar com a situação, prestando esclarecimentos e mantendo sua dinâmica.

Algumas delas chegam até a quebrar durante uma gestão de crise.

Outras mergulham em uma situação de tensão por anos.

De acordo com um relatório da Delloite de 2014,sobre gestão de crise em empresas no Japão, apontou que o número de experiências com gestão de crise nas empresas tem aumentado.

Principalmente no Leste e Sudeste da Ásia.

Foram ouvidas 413 empresas japonesas que responderam a pesquisa por meio de questionário.

E alguns dados levantados foram:

65% das empresas experimentaram crise nos últimos 12 anos

Além disso, as empresas japonesas tem desenvolvido cada vez mais manuais como uma contra medida para enfrentar crises.

Além de ser um assunto que preocupa as empresas, ele pode estar presente em qualquer organização.

Desde uma micro empresa até mesmo em uma empresa de peso mundial como o Facebook.

Por isso, confira 4 dicas de gestão de crise que se pode extrair de um caso como esse que chegou impactando usuários, investidores e funcionários.

 

1. Preveja e mapeie

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Pense nas ações da empresa hoje.

O que ela tem feito.

O que pode gerar complicações futuras ou não.

A partir disso, prepare-se para cada um dos problemas que visualizou.

Já estude as maneiras de minimizar as complicações. Não deixe acumular problemas.

2. Tenha respostas rápidas

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Essa dica vai para empresas que já começam a enfrentar uma crise ou percebem que seus serviços não estão sendo bem avaliados.

É importante sempre conversar com as pessoas que estão interessadas em saber sobre os desdobramentos do seu negócio.

Por isso, invista em treinamentos. Prepare a equipe.

3. Treine a equipe de atendimento ao cliente

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Mais do que preparar todos os funcionários e informá-los, é preparar a equipe de atendimento ao cliente.

Ela é fundamental para que os relacionamentos já construídos não sejam destruídos pelas relações que você construiu.

Treine uma equipe para comunicar bem e tranquilizar seus clientes

Uma equipe que seja clara na comunicação e que tenha um discurso unânime que não falhe na transmissão de informação.

4. Seja responsável

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Assuma a responsabilidade, admita que errou.

E aponte as soluções. Mostre que está aprendendo com o erro e não apenas “apagando o fogo”.

Tenha calma nos casos em que a crise já adquire proporções além do que você imaginava controlar e peça ajuda se necessário de quem sabe melhor que você a lidar com a situação.

Mostrar que aprendeu com o erro e não repetir, é sempre a melhor forma de manter a confiança do seu público.

E, aí? Tá pronto para aplicar essas dicas?

E conta para gente, você acha que o Facebook supera essa ou pode ser o início de uma grande mudança para empresa?

Deixe nos comentários.

Sucesso e ótimas vendas!

 

Imagens: Reprodução

Fonte:

Pesquisa Delloite

Jornal El Pais